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Como ganhar dinheiro em casa? Confira 15 opções para começar

Para ganhar dinheiro em casa, você pode começar vendendo produtos artesanais, oferecendo serviços online ou criando uma loja virtual. Confira essas e outras dicas agora!
Publicado por Equipe Cielo

Mulher sorridente sentada no sofá em casa pesquisando o que fazer para vender em casa.

Para ganhar dinheiro em casa, escolha um produto ou serviço compatível com suas habilidades, avalie a procura, calcule os custos e defina como vender. Alimentos, artesanato, roupas, produtos digitais e serviços online estão entre as possibilidades. Redes sociais, marketplaces, loja virtual e Link de Pagamento podem ajudar a alcançar clientes e receber pelas vendas.

Como saber o que vender para ganhar dinheiro em casa?

A melhor opção para ganhar dinheiro em casa combina três elementos: algo que você sabe ou deseja aprender a fazer, uma necessidade real do público e uma operação que cabe no seu orçamento.

Em vez de escolher apenas pelo potencial de lucro, analise custos, tempo de produção, espaço disponível, concorrência e facilidade para encontrar clientes.

Antes de começar, vale a pena pensar em alguns questionamentos:

  • Quais habilidades você já possui?
  • Quanto pode investir no início?
  • Quantas horas consegue dedicar ao negócio?
  • Há espaço para produzir ou armazenar mercadorias?
  • Quem compraria o produto ou serviço?
  • Como os pedidos serão entregues?
  • Quais formas de pagamento serão oferecidas?
  • A atividade exige licença, registro ou condições sanitárias específicas?

Essas respostas ajudam a eliminar ideias incompatíveis com sua realidade e permitem começar com objetivos mais claros.

Quais são os desafios de empreender em casa?

Trabalhar em casa pode reduzir despesas com aluguel comercial e deslocamento, mas não elimina a necessidade de planejamento.

Você continuará precisando controlar custos, atender clientes, organizar pagamentos, divulgar o negócio e cumprir as obrigações relacionadas à atividade.

A rotina doméstica também pode competir com o horário de trabalho.

Sem limites definidos, tarefas pessoais, interrupções e falta de organização podem comprometer a produtividade.

Por isso, determine quando, onde e como o negócio funcionará, mesmo que você comece utilizando apenas uma mesa ou um pequeno espaço da residência.

Também é importante separar o dinheiro pessoal das movimentações da empresa.

Misturar as duas áreas dificulta a formação de preços, a análise do lucro e o planejamento dos próximos investimentos.

Para organizar os primeiros passos, preparamos um vídeo com três pontos que você deve considerar antes de começar a empreender:

Como estudar o mercado antes de começar?

O estudo de mercado ajuda a identificar se existe procura suficiente pela ideia escolhida.

Comece observando negócios semelhantes, preços, avaliações, prazos de entrega, formas de divulgação e reclamações frequentes dos clientes.

Essa análise não serve para copiar os concorrentes. O objetivo é encontrar oportunidades para apresentar uma proposta diferente, como:

  • atendimento mais rápido
  • produtos personalizados
  • entrega em uma região específica
  • opções para públicos com restrições
  • embalagens mais práticas
  • atendimento em horários alternativos
  • combinação de produtos em kits

Converse também com possíveis clientes. Pergunte o que compram, quanto costumam pagar e quais dificuldades encontram.

Esse contato pode revelar necessidades que não aparecem apenas nas pesquisas pela internet.

Na análise dos custos, pesquise fornecedores, quantidades mínimas, frete, embalagens, plataformas e materiais necessários.

Quanto mais completa for essa etapa, menor será o risco de definir um preço que não cubra as despesas.

Como escolher onde vender?

O melhor canal depende do produto e do comportamento do público.

Negócios de alimentação podem utilizar aplicativos de entrega, encomendas pelo WhatsApp e retirada no local.

Artesanato, roupas e itens personalizados podem ser divulgados nas redes sociais, em marketplaces ou em uma loja virtual.

Cada canal apresenta vantagens e custos diferentes:

CanalPrincipais características
Redes sociaisDivulgação, relacionamento e vendas por mensagens
WhatsAppAtendimento direto, pedidos e envio de cobranças
MarketplacePúblico já presente, mas pode cobrar comissão
Loja virtualMais controle sobre a marca e a experiência de compra
Aplicativo de entregaAlcance local e estrutura logística, com cobrança de taxas
Feiras e eventosContato presencial e possibilidade de testar a aceitação
IndicaçõesBaixo custo e confiança entre clientes

Uma combinação de canais pode ampliar as oportunidades.

Você pode divulgar no Instagram, atender pelo WhatsApp e concluir a cobrança com o Link de Pagamento Cielo, por exemplo.

Quem deseja ter maior controle sobre catálogo, preços e experiência pode começar um e-commerce do zero. Já os marketplaces podem facilitar o início quando você ainda não possui audiência própria.

Como criar um plano de ação para começar?

O plano de ação transforma a ideia em tarefas concretas.

Defina o que precisa ser feito, quanto cada etapa custará e quando o negócio começará a vender. Um planejamento inicial pode incluir:

  1. Escolher o produto ou serviço.
  2. Pesquisar público e concorrentes.
  3. Calcular o investimento disponível.
  4. Definir preços.
  5. Selecionar fornecedores.
  6. Preparar o espaço de trabalho.
  7. Criar os canais de divulgação.
  8. Escolher as formas de pagamento.
  9. Fazer um teste com poucos pedidos.
  10. Avaliar os resultados e ajustar a operação.

Comece com uma quantidade pequena para entender a procura.

Produzir ou comprar um estoque elevado antes de validar as vendas pode deixar dinheiro parado e aumentar o risco de perdas.

Também estabeleça uma meta possível, como conquistar os primeiros dez clientes, realizar determinado número de pedidos ou atingir um valor de faturamento.

O objetivo precisa orientar as ações, sem criar uma expectativa desconectada da fase inicial.

Pensando nisso, preparamos algumas ideias para você se inspirar:

1. Cestas de presente

As cestas de presente permitem trabalhar com diferentes datas, públicos e faixas de preço.

Você pode montar opções prontas ou receber pedidos personalizados para aniversários, agradecimentos, celebrações e ocasiões sazonais. Algumas possibilidades são:

  • cesta de café da manhã
  • cesta romântica
  • cesta infantil;
  • cesta com produtos artesanais;
  • cesta de cuidados pessoais;
  • cesta para empresas;
  • cesta fitness;
  • cesta de Natal ou Páscoa.

O preço deve considerar todos os produtos, a embalagem, o tempo de montagem, a personalização e a entrega.

Não copie valores de outros negócios sem verificar seus próprios custos.

Fotos bem produzidas ajudam a vender, pois o visual é parte importante da decisão.

Mostre diferentes tamanhos, itens inclusos e possibilidades de personalização. Informe também o prazo necessário para encomendas e alterações.

2. Criando sites e aplicativos

Quem possui conhecimentos em programação, desenvolvimento ou design pode criar soluções digitais para empresas e profissionais autônomos.

Esse tipo de serviço pode ser realizado remotamente e exige pouco espaço físico. Entre as possibilidades estão:

  • sites institucionais
  • lojas virtuais
  • páginas de captura
  • aplicativos
  • sistemas internos
  • automações
  • temas para plataformas
  • manutenção técnica
  • suporte e atualizações

Você pode começar oferecendo serviços personalizados e, com o tempo, transformar soluções recorrentes em produtos digitais.

Um tema, modelo ou ferramenta pode ser vendido várias vezes sem exigir um novo desenvolvimento completo para cada cliente.

Defina com clareza o escopo, o prazo, as etapas de aprovação e as condições de manutenção.

Um contrato de prestação de serviços ajuda a registrar responsabilidades e reduzir dúvidas ao longo do projeto.

3. Produzindo conteúdo

A produção de conteúdo reúne diferentes atividades que podem ser realizadas remotamente.

Redação, revisão, tradução, design, fotografia, vídeo, aulas e gestão de redes sociais são alguns exemplos.

Você pode trabalhar como prestador de serviços ou construir um produto próprio. Algumas possibilidades incluem:

  • escrever para empresas
  • revisar textos
  • editar vídeos
  • produzir fotografias
  • criar materiais gráficos
  • ministrar aulas online
  • desenvolver cursos
  • manter um canal ou perfil especializado
  • gerenciar redes sociais
  • produzir conteúdo para marcas

No início, organize um portfólio com exemplos do seu trabalho.

Mesmo que ainda não tenha clientes, você pode criar projetos demonstrativos para apresentar suas habilidades.

A renda de criadores e prestadores varia conforme experiência, especialização, demanda e capacidade de conquistar clientes.

Evite considerar a produção de conteúdo como uma fonte de retorno imediato. A construção de reputação e audiência normalmente exige consistência.

4. Cozinhando

A produção de alimentos pode atender pessoas que buscam praticidade, refeições prontas, produtos artesanais ou opções para ocasiões especiais.

Entre as ideias estão:

  • marmitas
  • congelados
  • salgados
  • bolos
  • tortas
  • brigadeiros
  • pães
  • sobremesas
  • refeições vegetarianas
  • opções para restrições alimentares
  • kits para festas
  • cafés da manhã

Antes de vender, verifique as regras sanitárias e as exigências locais aplicáveis à produção de alimentos em casa.

Cuidados com higiene, validade, armazenamento, transporte e identificação dos ingredientes são indispensáveis.

Calcule o custo de cada receita considerando ingredientes, gás, energia, embalagens, perdas e tempo de produção.

Também defina uma quantidade máxima de pedidos para não comprometer a qualidade ou os prazos.

Aplicativos de entrega podem ampliar a visibilidade, mas cobram taxas. Compare esse custo com entregas próprias, retirada no local e encomendas diretas.

5. Artesanato

Artesanato pode transformar habilidades manuais em produtos com valor percebido pela originalidade, pelo acabamento e pela personalização. Você pode trabalhar com:

  • papel
  • tecido
  • madeira
  • cerâmica
  • resina
  • crochê
  • bordado
  • pintura
  • materiais reaproveitados
  • peças decorativas

A escolha deve considerar o tempo necessário para produzir cada item.

Um produto barato em materiais pode exigir muitas horas de trabalho, e esse tempo precisa entrar no preço.

Comece com uma linha pequena e coerente. Vender muitos tipos de peças diferentes pode dificultar a compra de materiais e a construção de uma identidade para a marca.

Vídeos mostrando o processo de produção, cuidados com os materiais e possibilidades de uso ajudam a divulgar o trabalho.

Feiras locais e marketplaces especializados também podem ampliar o alcance.

6. Vendendo roupas

Você pode vender roupas novas, usadas, customizadas ou produzidas sob encomenda. Cada formato exige uma estrutura diferente.

Um brechó online pode começar com peças próprias em bom estado ou itens selecionados de fornecedores.

Já quem possui habilidades de costura pode trabalhar com ajustes, produção de pequenas coleções ou reutilização criativa de roupas.

A reutilização criativa, também conhecida como upcycling, transforma tecidos e peças antigas em produtos com novo uso ou valor.

Bolsas, acessórios, roupas customizadas e itens de decoração são alguns exemplos.

Ao vender roupas, apresente medidas, tecido, estado de conservação e orientações de cuidado.

Fotos de diferentes ângulos reduzem dúvidas e podem evitar devoluções.

Em produtos usados, descreva qualquer sinal de uso. A transparência fortalece a confiança e reduz problemas depois da compra.

7. Serviços de beleza

Serviços de beleza podem ser realizados em casa quando o espaço, a atividade e as regras locais permitem.

Também é possível trabalhar com atendimento no endereço do cliente ou venda de produtos. Algumas opções são:

  • manicure e pedicure
  • maquiagem
  • design de sobrancelhas
  • depilação
  • massagem
  • cuidados com cabelo
  • venda de cosméticos
  • consultoria de imagem
  • produção de conteúdo sobre beleza

A qualificação técnica e a higiene são essenciais. Verifique quais atividades exigem formação, registro ou cuidados específicos.

Também avalie se sua residência possui privacidade, ventilação, iluminação e condições adequadas para receber clientes.

Quando isso não for possível, o atendimento externo pode ser uma alternativa.

Uma agenda organizada ajuda a evitar atrasos e períodos ociosos.

Para receber presencialmente sem carregar um equipamento separado, o Cielo Tap transforma celulares Android 10 ou superior com NFC em uma solução para pagamentos por aproximação, sem mensalidade.

8. Produtos digitais

Produtos digitais, também chamados de infoprodutos, podem ser vendidos várias vezes sem depender de estoque ou entrega física.

Eles exigem investimento inicial em conhecimento, produção e divulgação, mas podem atender pessoas de diferentes regiões. Alguns exemplos são:

  • cursos
  • e-books
  • apostilas
  • planilhas
  • modelos de documentos
  • arquivos de impressão
  • aulas gravadas
  • guias
  • fotografias
  • elementos de design

Escolha um tema em que você tenha conhecimento real e consiga resolver uma necessidade específica.

Um produto amplo e genérico costuma ter mais dificuldade para demonstrar valor.

Antes de produzir um curso completo, teste o interesse com uma aula, material menor ou pré-venda. Esse processo ajuda a validar a procura e identificar as dúvidas do público.

9. Itens personalizados

A personalização permite cobrar mais pela exclusividade, desde que o acabamento e a experiência correspondam ao preço.

Você pode personalizar:

  • camisetas
  • canecas
  • cadernos
  • agendas
  • convites
  • almofadas
  • capas para celular
  • garrafas
  • copos
  • ecobags
  • bonés
  • adesivos
  • lembranças
  • embalagens

Defina limites de alteração, prazo de produção e quantidade de revisões. Também solicite a aprovação da arte antes de produzir o item.

Datas comemorativas aumentam a procura, mas exigem planejamento. Estabeleça uma data-limite para encomendas e considere o tempo de entrega dos fornecedores.

10. Plantas e jardinagem

Plantas decorativas, mudas, vasos e kits de cultivo podem atender quem deseja ter mais verde em casa, mas prefere comprar itens já preparados.

Algumas opções são:

  • suculentas
  • cactos
  • ervas
  • samambaias
  • violetas
  • orquídeas
  • terrários
  • kits para horta
  • vasos personalizados

Antes de vender, considere espaço, iluminação, temperatura e tempo de desenvolvimento das mudas.

O estoque vivo exige cuidados diários e pode sofrer perdas.

Inclua orientações de cultivo junto ao produto. Informações sobre rega, iluminação, tamanho esperado e toxicidade para animais ajudam o cliente a escolher melhor.

Você também pode elevar o valor médio da compra oferecendo vasos, suportes, fertilizantes e cartões personalizados.

11. Temperos

Temperos caseiros podem atender pessoas que buscam praticidade e sabores diferentes.

Pastas, misturas secas, ervas desidratadas e kits são algumas possibilidades. Você pode trabalhar com ingredientes como:

  • alho
  • cebola
  • alecrim
  • manjericão
  • orégano
  • pimentas
  • salsa
  • coentro
  • cebolinha
  • tomilho

A validade depende da composição, do preparo, da embalagem e do armazenamento. Não utilize um prazo genérico sem avaliar tecnicamente o produto.

As embalagens devem informar ingredientes, peso, validade, lote e orientações de conservação conforme as regras aplicáveis.

Também é importante prevenir contaminações durante a produção.

Comece com poucas combinações e faça testes de aceitação. Kits menores podem facilitar a primeira compra e permitir que o cliente conheça os sabores.

12. Papelaria

Itens de papelaria podem ser produzidos artesanalmente, personalizados ou revendidos.

O segmento reúne produtos funcionais e decorativos para estudantes, empresas e pessoas que gostam de organização.

Você pode vender:

  • cadernos
  • agendas
  • planejadores
  • calendários
  • adesivos
  • marcadores
  • convites
  • livros de colorir
  • blocos
  • caixas organizadoras
  • kits para estudo
  • arquivos digitais para impressão

Datas como volta às aulas, Dia dos Professores, formaturas e Natal podem ampliar as oportunidades.

Prepare os produtos com antecedência e defina prazos para personalizações.

Instagram, TikTok e Pinterest favorecem conteúdos visuais. Mostre detalhes, formas de uso e combinações de produtos, sem depender apenas de fotos estáticas.

13. Itens colecionáveis

O mercado de itens colecionáveis atende comunidades que valorizam temas, personagens, hobbies e edições limitadas.

Entre os produtos possíveis estão:

  • miniaturas
  • camisetas
  • chaveiros
  • broches
  • adesivos
  • itens retrô
  • pôsteres
  • acessórios temáticos

Ao trabalhar com referências culturais, personagens e marcas, respeite os direitos autorais e de propriedade intelectual.

Não produza ou venda itens não autorizados utilizando marcas de terceiros.

Uma alternativa é criar produtos autorais inspirados em temas gerais, sem copiar personagens, logotipos ou identidades protegidas.

Acompanhar lançamentos, eventos e tendências ajuda a planejar o estoque, mas evite depender de uma única moda passageira.

14. Bijuterias e acessórios

Bijuterias e acessórios podem ser produzidos, montados ou revendidos.

O segmento permite trabalhar com públicos e estilos variados, desde peças básicas até itens personalizados. Você pode oferecer:

  • brincos
  • colares
  • pulseiras
  • anéis
  • presilhas
  • acessórios para cabelo
  • peças temáticas
  • produtos com nomes ou iniciais

O acabamento e a durabilidade influenciam a satisfação. Informe os materiais utilizados e os cuidados necessários para conservar cada peça.

Fotos de qualidade são importantes para mostrar tamanho, cor e detalhes. Inclua referências de escala para evitar que o produto pareça maior ou menor do que realmente é.

Acompanhe tendências, mas mantenha uma linha de produtos que represente sua marca. Assim, o negócio não depende apenas de novidades passageiras.

Como começar a vender em casa com organização?

Trabalhar em casa exige rotina. Defina um horário para atender, produzir, divulgar e organizar as finanças.

A flexibilidade continua existindo, mas precisa ser administrada para não transformar o trabalho em uma atividade sem limites.

Escolha um espaço específico para o negócio, mesmo que seja pequeno.

Mantenha materiais, pedidos e documentos organizados para reduzir erros e evitar que a operação ocupe toda a casa. Também separe momentos para:

  • produção
  • atendimento
  • divulgação
  • entregas
  • compras
  • controle financeiro
  • planejamento
  • descanso

A constância é mais importante do que jornadas excessivas. Uma rotina sustentável ajuda você a manter a qualidade e cumprir os prazos.

Como usar as redes sociais para vender em casa?

As redes sociais ajudam a divulgar produtos, demonstrar processos e conversar com clientes.

Para obter resultados, publique conteúdos que esclareçam dúvidas e mostrem o valor da sua oferta. Um cronograma pode combinar:

  • apresentação de produtos
  • demonstrações
  • bastidores
  • depoimentos
  • perguntas frequentes
  • formas de uso
  • novidades
  • datas sazonais
  • conteúdos educativos

Utilize palavras relacionadas ao produto nas legendas e descrições, pois as plataformas também funcionam como ambientes de busca.

Localização, nome do item, materiais e benefícios ajudam as pessoas a encontrar o conteúdo.

Vale mais a pena criar uma loja virtual ou usar marketplace?

Uma loja virtual oferece maior controle sobre identidade, catálogo, preços e relacionamento.

Em contrapartida, você precisa atrair visitantes e cuidar da estrutura de pagamento, logística e atendimento.

O marketplace reúne vendedores em um ambiente que já recebe consumidores.

Essa visibilidade pode facilitar as primeiras vendas, mas normalmente envolve comissões, regras e concorrência dentro da própria plataforma. A decisão pode considerar:

Loja virtualMarketplace
Maior controle sobre a marcaPúblico já presente
Necessidade de atrair tráfegoCobrança de comissões
Mais autonomia sobre os dadosRegras definidas pela plataforma
Personalização da experiênciaEstrutura pronta para começar
Custos com plataforma e divulgaçãoConcorrência entre vendedores

Os dois formatos podem coexistir. Você pode usar o marketplace para ganhar visibilidade e construir uma loja própria conforme o negócio se desenvolve.

Quando um e-commerce ainda não faz sentido, o Link de Pagamento Cielo permite vender pelas redes sociais e pelo WhatsApp sem precisar montar um site.

Quais formas de pagamento oferecer para vender em casa?

As formas de pagamento devem acompanhar os canais de venda e as preferências dos clientes.

Em atendimentos presenciais, cartão, aproximação e Pix podem facilitar a compra. Nas vendas online, Link de Pagamento e checkout reduzem etapas até a conclusão.

Para quem está começando, as principais soluções incluem:

  • Cielo Tap: transforma um celular Android 10 ou superior com NFC em uma solução para receber cartões por aproximação, sem mensalidade;
  • Tap to Pay no iPhone: permite receber por aproximação em aparelhos Apple compatíveis;
  • Link de Pagamento Cielo: cria cobranças para compartilhar por WhatsApp, redes sociais, e-mail ou SMS;
  • Cielo Checkout: oferece uma página de pagamento para lojas virtuais;
  • Cielo Smart: reúne pagamento e gestão em uma maquininha com sistema Android e aplicativos para diferentes necessidades.

Quem vende em casa também pode utilizar o App Cielo Gestão para acompanhar vendas e recebimentos diretamente pelo celular.

Como precificar produtos e serviços feitos em casa?

O preço deve cobrir custos, despesas e remuneração pelo trabalho.

Copiar o valor de um concorrente sem conhecer sua estrutura pode levar a prejuízos. Considere:

  • matéria-prima
  • embalagem
  • energia
  • água
  • gás
  • transporte
  • taxas de plataformas
  • meios de pagamento
  • impostos
  • tempo de produção
  • perdas
  • margem desejada

Para um produto artesanal, calcule quanto material é utilizado por unidade. Depois, inclua os custos indiretos e o valor do tempo dedicado à produção.

Em serviços, estime a quantidade de horas e as despesas necessárias para realizar cada projeto.

Alterações, deslocamentos e suporte também precisam ser considerados.

Uma boa estratégia para precificar produtos ajuda você a evitar valores que parecem atrativos, mas não sustentam a operação.

É preciso formalizar um negócio em casa?

A necessidade de formalização depende da atividade, do faturamento, da frequência das vendas e das regras aplicáveis.

Quem começa a vender de forma contínua precisa avaliar o enquadramento adequado e as obrigações tributárias.

O Microempreendedor Individual pode ser uma opção para atividades permitidas e dentro do limite de faturamento.

O Guia do MEI explica como funciona essa categoria, quais são as obrigações e os cuidados necessários. Antes de formalizar, verifique:

  • se a atividade é permitida no MEI
  • regras do município
  • necessidade de alvará
  • exigências sanitárias
  • emissão de notas fiscais
  • endereço permitido
  • limite de faturamento
  • impostos aplicáveis

Caso a atividade não possa ser MEI ou ultrapasse os critérios, existem outros tipos de empresas no Brasil que podem atender o negócio.

FAQ: Perguntas frequentes sobre como ganhar dinheiro em casa

1. Como posso começar a vender em casa?

Escolha um produto ou serviço compatível com suas habilidades, pesquise a demanda, calcule os custos e teste a ideia com poucos pedidos. Depois, defina os canais de divulgação, entrega e pagamento.

2. O que dá mais dinheiro para fazer em casa?

Não existe uma atividade que gere mais renda para todas as pessoas. O resultado depende da procura, dos custos, do preço, da capacidade de produção e das habilidades de quem vende. Produtos personalizados, alimentos, serviços especializados e produtos digitais podem ser rentáveis quando possuem planejamento.

3. Preciso de um site para vender em casa?

Não. Você pode começar pelas redes sociais, WhatsApp ou marketplaces. O Link de Pagamento permite cobrar clientes à distância sem uma loja virtual. Um site pode se tornar importante conforme a marca cresce.

4. Como receber pagamentos trabalhando em casa?

Você pode receber por Pix, cartão, Link de Pagamento ou checkout, conforme o canal de venda. Para atendimentos presenciais, o Cielo Tap transforma celulares Android compatíveis em uma solução de pagamento por aproximação.

5. Quanto preciso investir para começar?

O valor depende da atividade. Serviços digitais podem exigir principalmente computador e internet. Alimentos, artesanato e produtos físicos precisam de materiais, embalagens e, em alguns casos, estoque. Comece com uma operação pequena e amplie conforme as vendas.

6. É possível trabalhar em casa sem ter experiência?

Sim, mas será necessário aprender as habilidades técnicas e de gestão relacionadas à atividade. Cursos, testes, prática e contato com o público ajudam a desenvolver o negócio antes de aumentar o volume de vendas.

7. Como divulgar produtos feitos em casa?

Use redes sociais, WhatsApp, marketplaces, parcerias locais, indicação e conteúdos que mostrem o produto em uso. Fotos claras, descrições completas e respostas rápidas contribuem para a decisão de compra.

8. Preciso abrir MEI para vender em casa?

Depende da atividade, da frequência e do faturamento. O MEI pode ser uma alternativa quando a ocupação é permitida e o negócio atende aos critérios da categoria. Consulte as regras vigentes antes de formalizar.

9. Como separar as finanças pessoais do negócio?

Registre todas as entradas e despesas, defina uma retirada pessoal e evite pagar contas domésticas diretamente com o dinheiro das vendas. Uma conta separada e uma rotina de controle ajudam a visualizar o resultado real.

10. Qual é a melhor ideia para começar com pouco dinheiro?

Serviços baseados em habilidades, produtos digitais, revenda sob encomenda e produção em pequena escala tendem a exigir menos estoque. A escolha deve considerar os recursos que você já possui e a procura do público.

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