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Como precificar um produto corretamente e não perder dinheiro

Publicado por Equipe Cielo

É muito comum abrir um negócio, escolher os produtos que deseja trabalhar e, na hora de colocá-lo à venda, se deparar com a dúvida que ronda a cabeça de muitos empreendedores: como fazer o preço de venda? Essa é uma questão que você não pode deixar de saber os mínimos detalhes para não ter surpresas desagradáveis.
Para ajudá-lo nesse desafio, fizemos este conteúdo com as melhores dicas para você se dar bem com a precificação e não perder dinheiro ao vender itens por preços abaixo do recomendado.
Vamos nessa?
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Como fazer precificação: não se esqueça dos detalhes

Muitos se enganam, mas o custo de um produto vai muito além do preço pago por ele. Ficou confuso? Calma, vamos explicar melhor.
O preço deve ser definido com base no equilíbrio entre o preço de mercado e os valores referentes aos gastos e variáveis da empresa, como esses abaixo:
Despesas: gastos relacionados à estrutura administrativa e comercial de um empreendimento e também aos investimentos, como aluguel, energia elétrica, segurança, água, limpeza. Esses são os chamados gastos invisíveis que devem estar embutidos no preço final de um produto.
Custos: todo gasto que se refere à fabricação do produto. Obra-prima, mão de obra, pagamento dos fornecedores, amortização e outros gastos necessários para a produção do produto.
Além disso, você deve considerar a carga tributária, assim como todos os impostos que interfiram no preço bruto do produto.
Vale destacar que os gastos variados devem ser considerados na sua conta, como o transporte para buscar mercadoria ou entregá-las, comissão dos vendedores.
Em tempos de coronavírus, por exemplo, lembre-se de incluir os valores destinados aos aplicativos de delivery, caso você esteja associado a algum deles. Tudo isso faz diferença no cálculo final.
 

Defina a margem de lucro

Antes de comercializar os produtos, você deve definir a margem de lucro que deseja obter. Ela deve ser calculada com base no valor que o mercado utiliza e em quanto será necessário para conquistar a taxa de crescimento esperada.
Todos os empreendedores querem ter lucros, mas não se esqueça que isso só acontecerá com um preço justo, que seja competitivo no mercado. Caso contrário, terá que lidar com prejuízos.
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Matemática a favor do empreendedor

Para chegar ao preço ideal do produto, você deve se arriscar na matemática. Coisa básica que, com um pouco de prática, passará a ser muito mais simples do que imagina.
Essa é a fórmula, chamada de índice de comercialização, para chegar à precificação ideal:
(100% – (% impostos + custo fixo + % frete + % margem de lucro)) ÷ 100
Para que o número vire índice é necessário dividir o número 1 pelo resultado encontrado. Identificando o índice, multiplique-o pelo custo do produto e chegará ao preço de venda que busca.
 

Gastos invisíveis: como identificá-los?

Como falamos, existem gastos que muitas vezes passam batidos e não colocamos no preço de venda dos produtos comercializados. O exemplo que vamos dar é aplicável a qualquer outro tipo de custo invisível.
Vamos supor que você tenha um comércio que vende bolos para o café da tarde. Para fazê-los, você usa gás de cozinha, energia elétrica e, claro, água. É preciso incluir todos esses custos no valor de venda.
E como encontrar o valor exato utilizado em um dia de trabalho? Identificar o valor específico não é possível, mas podemos indicar o custo aproximado, o que já é mais que o suficiente.
Para indicar o valor de energia elétrica, por exemplo, você pode usar como referência contas de meses anteriores em que também produzia bolos. Pegue o valor total e divida pela quantidade de dias trabalhados no mês. O resultado será o consumo diário de energia. Ele deve ser dividido pelas horas destinadas à produção e o resultado desse cálculo deve ser embutido na precificação final.
 

Na prática

Conta: R$ 100,00
Dias trabalhados: 22 (R$ 100,00 ÷ 22)
Custo diário de energia: R$ 4,55
Pegue o custo diário e divida pela quantidade de horas trabalhadas na produção. Pronto! Inclua esse valor no produto.
O mesmo processo pode ser aplicado com o gás de cozinha, água, etc.
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Estudo de mercado

De nada adianta você trabalhar com dezenas de planilhas e esquecer do mais básico: estudar os concorrentes. É preciso selecionar os principais nomes do mercado e fazer uma análise detalhada.
Por quanto eles vendem os produtos? Para quem? Por onde? Qual a média do valor do frete? Qual a qualidade do produto?
Todas essas questões devem ser respondidas na análise antes de definir a precificação do produto. Com isso, seu negócio entrará no mercado mais preparado e competitivo.
 

Margem de lucro e markup

Muitos profissionais acabam confundindo esses dois termos. Para você que busca entender como precificar um produto, as diferenças dos termos deve estar na ponta da língua.
Margem de lucro: trata-se da porcentagem que volta para o caixa após o pagamento de todos os custos. Para calculá-lo, basta subtrair os custos do preço final do produto.
Markup: é o percentual aplicado aos produtos. Resumindo: o lucro desejável.
Estando por dentro dessas diferenças e o que elas representam para o seu negócio, a precificação dos seus produtos tende a ser mais adequada.
Inicialmente, algumas dúvidas vão surgir, como em qualquer nova atividade que incluímos em nossa rotina. A experiência também fará você tomar melhores decisões na precificação.
E não se esqueça: a Cielo está aqui para ajudá-lo.
 


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