Soluções de pagamento mais seguras: conheça as principais

Segundo a “Pesquisa Cielo de Segurança e Prevenção à Fraude no Varejo”, Pix e cartões são os meios de pagamento considerados mais seguros pela maioria dos varejistas. A segurança de uma solução depende de fatores como autenticação da transação, comprovante verificável, criptografia dos dados e suporte antifraude.
O que torna uma solução de pagamento segura?
Para saber se uma forma de recebimento é confiável, vale observar alguns critérios técnicos bem objetivos. Eles ajudam a entender o nível de proteção de cada solução:
- Autenticação da transação: validação por senha pessoal, biometria facial ou aproximação com tecnologia criptografada
- Comprovante verificável: confirmação que aparece na hora, em sistemas oficiais que quem compra não pode alterar
- Antifraude integrado: ferramentas que analisam padrões suspeitos de compra para identificar transações de risco
- Certificações de segurança: selos internacionais de proteção de dados, como o padrão PCI-DSS, exigido para o mercado de cartões
- Monitoramento das transações: acompanhamento contínuo feito pelo provedor de pagamento para identificar comportamentos fora do padrão
Conhecer esses pilares ajuda quem vende a escolher as melhores tecnologias e entender quais são os principais meios de pagamento mais adequados para o seu negócio.
O Pix é seguro?
O Pix é um meio de pagamento seguro, mas o risco para o comércio está no golpe do falso comprovante. Nesse golpe, quem compra mostra na tela do celular uma imagem editada de uma transferência que nunca aconteceu de fato.
Uma vantagem de receber o Pix na maquininha Cielo, disponível para quem tem CNPJ, é que a confirmação não depende só da tela de quem compra: o comprovante também fica disponível no App Cielo Gestão em tempo real, e a maquininha emite o papel de confirmação ou mostra o aviso de sucesso na tela.
Essa praticidade aparece na confiança de quem vende no Brasil. Segundo a “Pesquisa Cielo Black Friday 2024”, 76% dos varejistas apostaram no Pix e no cartão de crédito como as formas de pagamento mais importantes para a Black Friday 2024. Elas também foram consideradas as opções mais seguras pelos lojistas.
Para reforçar essa proteção no dia a dia, vale entender como saber se um comprovante de Pix é falso e treinar a equipe do caixa para sempre confirmar o recebimento antes de liberar a mercadoria.
Cartões: como o chip e a aproximação protegem a transação
Transações com chip e senha têm um bom nível de confiabilidade porque dependem de um dispositivo físico e de uma senha pessoal. Já o pagamento por aproximação, o NFC, gera uma chave de criptografia diferente para cada transação.
No ambiente online, a atenção precisa ser redobrada. De acordo com a “Pesquisa Cielo de Segurança e Prevenção à Fraude no Varejo”, a principal preocupação de quem vende pela internet é o chargeback (contestação de cobrança), citado por 24% dos entrevistados, seguido pelo uso de cartões clonados, apontado por 22%.
Entender o que é chargeback e como evitá-lo ajuda a reduzir prejuízos com fraudes de identidade na internet.
Para se manter atualizado sobre o tema, também vale acompanhar as tendências de segurança em pagamentos digitais para 2026.
Quais meios de pagamento oferecem menos segurança?
O boleto bancário e o dinheiro em espécie são as opções que trazem mais riscos para os estabelecimentos, segundo a “Pesquisa Cielo de Segurança e Prevenção à Fraude no Varejo”.
A pesquisa mostra que 46% dos varejistas consideram o boleto o meio menos confiável.
O dinheiro físico também tem riscos importantes para a gestão do negócio:
- Aceitar notas falsas sem perceber, o que gera prejuízo imediato e sem rastreabilidade
- Sofrer furtos no caixa, com a mesma dificuldade de recuperação
- Não ter um comprovante digital, o que dificulta a conciliação diária de valores
Para reduzir esses riscos, vale investir em treinamento da equipe e migrar parte das vendas para meios digitais e rastreáveis. Entender melhor os cenários de risco ajuda quem vende a evitar fraudes no negócio com medidas simples de controle interno.
Como a Cielo contribui para transações mais seguras?
A Cielo investe em tecnologia e em processos certificados internacionalmente para ajudar a reduzir riscos nas transações. Adotamos padrões rigorosos de segurança e trabalhamos continuamente para aprimorar nossas ferramentas de prevenção.
Entre as principais frentes de proteção, estão:
- Antifraude integrado: ferramentas que ajudam a identificar comportamentos suspeitos nas vendas digitais
- Certificações das bandeiras: alinhamento com as regras de segurança exigidas pelas principais bandeiras de cartão
- Teclado de senha aleatório: recurso disponível em soluções como o Cielo Tap, que muda a posição dos números na tela do celular Android compatível para dificultar a captura de senhas por terceiros
A segurança também passa pela proteção física dos equipamentos no ponto de venda.
Vale conhecer ameaças reais, como o golpe da troca de maquininha, para criar protocolos internos que evitem a substituição dos terminais da loja por aparelhos fraudados.
Conhecer os principais golpes do mercado ajuda a prevenir fraudes e proteger o faturamento do negócio.
FAQ: perguntas frequentes sobre as soluções de pagamento mais seguras
1. Pix é seguro para receber pagamentos na loja?
Sim. O Pix é um sistema seguro, desenvolvido pelo Banco Central do Brasil, com criptografia e autenticação obrigatória. O risco para quem vende está nas fraudes de engenharia social, como a apresentação de comprovantes falsos editados por aplicativos. Usar o Pix na maquininha Cielo ajuda a reduzir esse risco.
2. Como evitar o golpe do falso comprovante de Pix?
O ideal é nunca confiar apenas numa imagem da tela do celular mostrada por quem compra. Confirme o recebimento direto no App Cielo Gestão, no extrato bancário do negócio ou usando o Pix na maquininha, que emite a confirmação na hora.
3. Cartão por aproximação é mais seguro que com chip?
Os dois usam tecnologias seguras de criptografia. A vantagem do pagamento por aproximação (NFC) é gerar um código de identificação só para aquela transação, o que ajuda a evitar que os dados do cartão sejam copiados para uso em outras compras.
4. O que é PCI-DSS?
É um padrão internacional de segurança de dados exigido para a indústria de cartões de pagamento. Ele estabelece requisitos técnicos e operacionais para proteger as informações de quem usa o cartão durante o processamento e o armazenamento dos dados.
5. O pagamento por aproximação (NFC) cai na conta no mesmo prazo que o cartão com chip?
Sim. A forma como a transação é capturada, seja inserindo o cartão com chip ou aproximando o celular ou o relógio inteligente, não muda os prazos de recebimento nem as taxas acordadas com a Cielo.
6. O que acontece se o antifraude bloquear uma venda legítima?
Esse evento é chamado de “falso positivo”. Quando um comportamento fora do padrão ativa os alertas do sistema, a transação é barrada de forma preventiva, para proteger quem é dono do cartão. Nesses casos, quem compra pode tentar novamente usando outro método de autenticação, como chip e senha.
Conte com a proteção da Cielo
Para reforçar a segurança das suas vendas no dia a dia, contar com planos e soluções de pagamento da Cielo pensados para o seu tipo de negócio pode fazer a diferença.
Conhecer bem os riscos de cada meio de pagamento e adotar boas práticas de prevenção ajuda a manter o caixa do seu negócio mais protegido.

Aqui no Blog da Cielo, oferecemos análises e orientações sobre os principais temas que impactam o varejo e os meios de pagamento: tecnologia, segurança digital, eficiência nas transações com maquininhas, tendências de consumo e novas soluções para o empreendedor.