https://www.googletagmanager.com/ns.html?id=GTM-NXRLL78R
Você está em:

Tecnologia

O que é subadquirente e qual a diferença para adquirente nos pagamentos com cartão

Entenda o que é subadquirente, como ela se diferencia de uma adquirente e por que essa escolha afeta as taxas e o lucro do seu negócio
Publicado por Equipe Cielo

O que é subadquirente e qual a diferença para adquirente.

Subadquirente é uma empresa que conecta quem vende a uma adquirente para processar pagamentos, mas sem ter relação direta com as bandeiras de cartão. A adquirente, por sua vez, opera essa conexão de forma direta, e esse é um dos fatores que influencia as taxas cobradas.

O que é uma subadquirente?

Pense na subadquirente como uma intermediária no processamento de pagamentos. Ela não tem vínculo direto com as bandeiras de cartão, como Visa ou Mastercard, nem com os bancos emissores.

Para processar as vendas dos lojistas que atende, ela precisa contratar uma adquirente, e o custo disso é repassado nas taxas cobradas de quem usa o serviço.

O processo de pagamento com cartão é rápido, mas envolve várias etapas acontecendo ao mesmo tempo. No caso de uma subadquirente, funciona assim:

  1. Quem compra aproxima o cartão ou insere na maquininha.
  2. A maquininha envia os dados para a subadquirente.
  3. A subadquirente repassa os dados para a adquirente parceira.
  4. A adquirente consulta a bandeira para validar o cartão.
  5. A bandeira verifica com o banco emissor se há saldo disponível.
  6. O banco aprova e a adquirente confirma para a subadquirente, que confirma a venda na maquininha.

Para quem está começando a vender, a subadquirente pode parecer uma solução fácil: o cadastro costuma ser simples e rápido. Porém, à medida que o volume de vendas cresce, o modelo de “taxa sobre taxa” pode se tornar menos competitivo para alguns tipos de negócio, especialmente aqueles com maior faturamento recorrente.

Desde a Circular 3.886 de 2018, as subadquirentes passaram a ser consideradas participantes do arranjo de pagamento no Brasil. Isso significa que eles devem seguir regras específicas definidas pelo Banco Central, incluindo obrigações de monitoramento de fraudes e compliance, embora não sejam licenciados como instituições financeiras tradicionais.

A Circular 3.886 de 2018 foi, em grande parte, absorvida e atualizada por regulamentações mais recentes, como a Resolução BCB nº 80/2021 e a Instrução Normativa BCB nº 146/2021, que disciplinam a constituição e o funcionamento das instituições de pagamento.

O que é uma adquirente?

A adquirente é a empresa que tem conexão direta com as bandeiras de cartão e com os bancos. É ela que verifica se a pessoa que está comprando tem saldo disponível, aprova a transação e garante que o valor chegue à conta de quem vendeu.

As adquirentes são responsáveis por garantir que o dinheiro saia do banco de quem compra e chegue até você com segurança. Elas investem em tecnologia e seguem regras rígidas do Banco Central do Brasil.

Com uma adquirente, o processo de pagamento com cartão funciona assim:

  1. Quem compra aproxima o cartão ou insere na maquininha.
  2. A maquininha envia os dados para a adquirente.
  3. A adquirente consulta a bandeira para validar o cartão.
  4. A bandeira verifica com o banco emissor se há saldo disponível.
  5. O banco aprova e a adquirente confirma a venda na maquininha.

Tudo isso acontece em poucos segundos. Quando há uma subadquirente no meio, os dados passam por ela antes de chegar à adquirente, o que pode tornar o processo um pouco mais lento e pode adicionar uma etapa extra no fluxo da transação. Para quem atende em ritmo acelerado, essa agilidade faz diferença no dia a dia.

Quem contrata uma adquirente está lidando com a fonte do serviço. Isso retira um elo da cadeia, o que pode impactar a estrutura de custos.

A Cielo é um exemplo de adquirente com mais de 30 anos conectando negócios a pagamentos.

Leia também: O que é adquirente e como funciona? Saiba tudo sobre credenciadores

Qual a diferença entre adquirente e subadquirente?

A principal diferença está na distância que o dinheiro percorre até chegar a quem vendeu. Na adquirente, o caminho é direto. Na subadquirente, existe um passo a mais, e isso se reflete nas taxas e no suporte recebido.

Além disso, as diferenças também incluem:

  • Atuação: a adquirente comunica diretamente com os bancos e as bandeiras de cartão. Já a subadquirente atua como intermediária, usando a infraestrutura da adquirente.
  • Taxas: geralmente menores na adquirente, porque não há margem de intermediário embutida.
  • Liquidação financeira: mais rápida e previsível na adquirente. Na subadquirente, o dinheiro passa pela conta dela antes de chegar até você.
  • Indicado para: a adquirente atende a negócios de todos os tamanhos, enquanto a subadquirente é mais comum em quem está começando ou vende valores muito baixos.

Como funciona o sistema de pagamentos no Brasil?

O mercado de cartões no Brasil funciona como uma engrenagem com várias peças. Tudo começa com quem compra (portador do cartão). Depois vem o estabelecimento comercial, ou seja, você. Atrás de você, operam as adquirentes e subadquirentes, responsáveis por processar as transações.

Completam esse sistema as bandeiras, que definem as regras de uso dos cartões, e os bancos emissores, que disponibilizam os cartões para as pessoas.

Esse conjunto todo é regulado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que garante o funcionamento seguro do Sistema de Pagamentos Brasileiro. Entender como cada peça funciona ajuda a saber de onde vêm as taxas e como negociar melhores condições.

Como as taxas funcionam no modelo de subadquirente?

No modelo de subadquirente, é comum a chamada “taxa sobre taxa”. Como a subadquirente tem custos com a adquirente que contratou, ela precisa embutir esse valor no que cobra dos lojistas.

Exemplo

Pense no seguinte cenário: se a adquirente cobra 1,5% em uma venda no débito, a subadquirente pode cobrar 2,5% de quem empreende para ter a própria margem de lucro.

Para quem vende pouco, essa diferença pode parecer pequena. No entanto, ao longo de um ano, esse percentual pode representar um valor significativo, o equivalente a meses de aluguel ou ao custo de uma reforma, por exemplo.

Para entender como as taxas da maquininha impactam o resultado do negócio, vale fazer uma simulação com base no seu volume de vendas.

Leia também: Juros da maquininha: como funcionam e como calcular corretamente?

Como funciona a liquidação financeira em cada modelo?

“Liquidação” é o nome técnico para o momento em que o dinheiro de uma venda cai na conta. Nas adquirentes, esse processo costuma ser mais simples, porque, como elas lidam diretamente com os bancos, o caminho até o seu caixa é mais curto. Nas subadquirentes, o dinheiro cai primeiro na conta delas antes de ser repassado para você.

Esse passo extra pode gerar atrasos em feriados ou em situações de falha nos sistemas da subadquirente. Por isso, ter o repasse direto de uma adquirente traz mais previsibilidade para o fluxo de caixa e mais tranquilidade para planejar as finanças do negócio.

Para quem precisa de ainda mais controle sobre o prazo de recebimento, é possível conhecer as opções de antecipação de recebíveis da Cielo.

Qual o papel das adquirentes no crescimento do negócio?

Trabalhar com uma adquirente significa mais do que ter uma maquininha para aceitar cartões. Ao contratar a Cielo, por exemplo, você passa a ter acesso a relatórios de vendas, ferramentas de gestão e dados organizados sobre o próprio desempenho.

Segundo a “Pesquisa Cielo sobre Uso de Dados pelo Varejo”, realizada em janeiro de 2025, 91% dos estabelecimentos que usam dados afirmam que essa prática contribui para vender mais.

Além disso, as adquirentes viabilizam a antecipação de recebíveis, que permite vender parcelado e receber o valor antes para comprar estoque ou investir no negócio.

Para quem quer sair da informalidade e estruturar melhor a gestão, esse suporte faz diferença. Quem é MEI pode conhecer soluções pensadas para microempreendedores e entender como crescer com mais segurança.

Como funciona a segurança e a criptografia nos pagamentos?

Toda transação com cartão envolve o tráfego de dados sensíveis, por isso que as adquirentes investem em criptografia, que é um sistema de codificação que impede que terceiros acessem as informações. Todas as transações da Cielo seguem padrões rigorosos de segurança.

Vale destacar que nenhuma empresa elimina completamente o risco de fraudes. O que a Cielo oferece são mecanismos de prevenção que ajudam a reduzir esse risco de forma consistente.

Segundo a “Pesquisa Cielo de Segurança e Prevenção à Fraude no Varejo”, 85% dos varejistas já foram alvo de golpes ou fraudes, ou conhecem alguém que passou por isso. Estar bem protegido começa por conhecer como evitar fraudes no seu negócio.

Leia também: Prevenção à fraude: entenda os riscos e veja dicas para proteger o seu negócio

O que é chargeback e como ele é tratado em cada modelo?

O chargeback (ou contestação de cobrança) acontece quando quem comprou questiona uma transação e solicita o estorno ao banco. No modelo de subadquirente, as regras de defesa para o lojista costumam ser mais restritas, o que pode dificultar a comprovação de que a venda foi legítima. Nas adquirentes, o suporte para esse tipo de situação tende a ser mais robusto.

Ter um histórico de vendas bem organizado e usar equipamentos modernos ajuda muito na hora de contestar um chargeback. A prevenção de fraudes é um trabalho contínuo, e contar com boas ferramentas faz diferença.

Para entender melhor como funciona esse processo, vale ler sobre como evitar o golpe da troca de maquininha e outros esquemas comuns no varejo.

O que muda no Pix para adquirentes e subadquirentes?

O Pix transformou a rotina do comércio, mas a experiência varia conforme o modelo escolhido:

  • Adquirentes (credenciadoras): têm conexão direta com o Banco Central. O lojista contrata diretamente, o pagamento cai na conta bancária vinculada e a adquirente processa a transação.
  • Subadquirentes (intermediadores): agem como facilitadores. O cliente paga, a subadquirente recebe o valor, desconta a taxa de intermediação e repassa o valor líquido ao lojista.

Um ponto importante: na Cielo, o Pix no link de pagamento está disponível somente para cadastros com CNPJ. A taxa do Pix pode chegar a até 0,99% por transação, conforme as campanhas vigentes. Consulte as condições atualizadas no App Cielo Gestão. Para saber mais sobre como receber Pix com maquininha e entender as condições aplicáveis, confira as informações detalhadas.

Quando vale a pena migrar de uma subadquirente para uma adquirente?

Quando as vendas passam a acontecer com regularidade, o modelo de subadquirente começa a custar mais do que oferece. O custo de oportunidade, ou seja, o dinheiro que fica pelo caminho pagando taxas maiores, supera a vantagem do cadastro simples.

Migrar para uma adquirente é uma decisão que marca uma virada no nível de profissionalização do negócio. Além disso, o processo é mais rápido do que muita gente imagina. Hoje, é possível abrir uma conta e começar a operar com taxas mais competitivas em pouco tempo.

Para quem usa iPhone, por exemplo, é possível usar o Tap to Pay no iPhone e começar a aceitar pagamentos por aproximação sem precisar de nenhuma maquininha física. Quem usa Android pode transformar o celular em maquininha com o Cielo Tap, disponível para dispositivos Android compatíveis.

Por que o suporte direto com a adquirente faz diferença?

Quando a maquininha trava com clientes esperando para pagar, cada minuto conta. No modelo de subadquirente, o suporte dela muitas vezes precisa consultar a adquirente parceira antes de resolver o problema, o que atrasa a solução e pode resultar em vendas perdidas.

Com uma adquirente como a Cielo, o time de atendimento conhece os equipamentos e os sistemas de ponta a ponta. O atendimento funciona 24 horas por dia para garantir que o negócio não pare.

FAQ: perguntas frequentes sobre adquirentes e subadquirentes

  1. É mais seguro usar adquirente ou subadquirente?

Ambas seguem regras do setor de pagamentos, mas as adquirentes têm relação direta com o sistema financeiro. Isso significa menos intermediários com acesso ao seu dinheiro e mais camadas de proteção nas transações.

  1. As taxas da Cielo são menores do que as de subadquirentes?

Na maioria dos casos, sim. Ao contratar diretamente uma adquirente, você não paga a margem de lucro de um intermediário. As taxas variam conforme o plano e o volume de vendas, então confira as condições atualizadas.

  1. Posso usar uma adquirente sendo pessoa física ou autônoma?

Sim. A Cielo oferece soluções para quem vende como pessoa física ou autônoma. No entanto, ter um CNPJ abre acesso a condições ainda melhores de taxas e funcionalidades, como o Pix no Cielo Link de Pagamento.

  1. Como a Cielo ajuda na gestão financeira do negócio?

Com a Cielo, você tem acesso a aplicativos que mostram suas vendas por hora, as bandeiras mais usadas e facilitam o acompanhamento do fluxo de caixa. Além disso, é possível solicitar a antecipação de recebíveis para ter o dinheiro das vendas parceladas antes do prazo original.

Por que a Cielo é a escolha certa para o seu negócio?

Escolher entre adquirente e subadquirente é também escolher o quanto de intermediário existe entre o seu negócio e o dinheiro das suas vendas. Quem opta por trabalhar diretamente com uma adquirente tem taxas menores, repasse mais previsível e suporte quando necessário.

A Cielo reúne mais de 30 anos conectando negócios a pagamentos e foi eleita a maquininha mais confiável do país, conquistando o 1º lugar no Prêmio Reclame AQUI na categoria Meio de Pagamento Eletrônico de Grandes Operações em 2025.

Para quem quer parar de pagar intermediários e ter mais controle sobre o próprio faturamento, conhecer os planos da Cielo é o próximo passo!

Matérias mais recentes

Mercado de pagamentos no Brasil em 2026: panorama, tendências e dados do setor

O mercado de pagamentos no Brasil em 2026 está mais digital, ágil e diversificado do que nunca. Para quem empreende,…

Publicado por Equipe Cielo

Maquininha com melhor custo-benefício: como escolher a ideal para o seu negócio

A maquininha com melhor custo-benefício é a que equilibra taxas justas, tecnologia confiável e prazo de recebimento adequado ao ritmo…

Publicado por Equipe Cielo

Pagamento invisível: o que é, como funciona e qual o futuro do checkout

O pagamento invisível é quando a cobrança acontece de forma automática, sem que quem compra precise usar maquininha, digitar senha…

Publicado por Equipe Cielo

Maquininha para Hotéis e Pousadas: Guia de Pagamentos

Para cobrar reserva no cartão em hotel ou pousada, você pode usar um link de pagamento enviado por WhatsApp ou…

Publicado por Equipe Cielo

Maquininha para bares e baladas: como agilizar pagamentos em ambientes de alta rotatividade

A maquininha certa para bar ou balada aceita pagamentos por aproximação, opera com conexão dupla e não trava no pico…

Publicado por Equipe Cielo

Tendências de pagamento 2026: o que os empreendedores brasileiros precisam saber

As principais tendências de pagamento para 2026 são: Pix automático, pagamento por aproximação (NFC), Open Finance, biometria, tokenização de cartões,…

Publicado por Equipe Cielo
Ver mais matérias

Portfólio de Soluções! Encontre a que melhor combina com você.

Portfolio de soluções encontre a sua.

Cielo LIO

A máquina inteligente que trabalha por você e economiza seu dinheiro
Saiba mais
Portfolio de soluções encontre a sua.

Cielo FLASH

A maquininha ultraveloz para você vender muito mais
Saiba mais
Portfolio de soluções encontre a sua.

Cielo TAP

Baixe o App Cielo para transformar seu celular em maquininha
Saiba mais

Entre em contato e prepare-se para vender mais:

Central de Relacionamento

4002-5472 (todas as localidades)
0800-579-8472 (exceto capitais)

Suporte Técnico

4002-9111 (todas as localidades)
0800-579-0111 (exceto capitais)

Ouvidoria

0800-570-2288

Sair da versão mobile