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Entenda o que é o Pix: por que é tão seguro, fácil e disponível?

Publicado por Equipe Cielo

O que é o Pix? É bem possível que, em algum momento, quase todo mundo tenha feito essa pergunta. Afinal, esse meio de pagamento trouxe muitas possibilidades para o segmento financeiro, desde que foi lançado pelo Banco Central (BC), em novembro de 2020.

Apesar de ter sido rapidamente adotado, é possível que muita gente ainda tenha dúvidas sobre o que é o Pix, como usar e as principais funcionalidades que ele oferece, além das mudanças e atualizações que aconteceram desde o seu lançamento.

Quer saber tudo sobre o Pix, sistema de pagamentos que já é usado por sete entre dez brasileiros? Então, continue a leitura!

Pix: o que é e quais são as principais características

O Pix é um meio de pagamento instantâneo 100% brasileiro. Ele foi desenvolvido pelo Banco Central para ser um sistema seguro, ágil e disponível, facilitando a realização de transações financeiras.

Segundo o próprio BC, o Pix pode ser utilizado para fazer:

  • Transferências;
  • Pagamentos em estabelecimentos comerciais tanto de lojas físicas quanto de e-commerces;
  • Pagamentos entre empresas (fornecedores, parceiros etc);
  • Pagamentos de prestadores de serviços;
  • Recolhimento de receitas de Órgãos Públicos Federais, tais como taxas (custas judiciais, emissão de passaporte etc.), impostos (como, por exemplo, o Simples Nacional), aluguéis de imóveis públicos, serviços administrativos e educacionais, multas e outros;
  • Pagamentos de cobranças e faturas de serviços públicos, como energia elétrica, telecomunicações (telefone fixo ou celular, internet, TV a cabo etc) e água;
  • Recolhimento de contribuições do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da Contribuição Social.

O Pix pode ser usado todos os dias da semana, em qualquer horário, por pessoas físicas ou empresas – incluindo os microempreendedores individuais (MEI).

Ao contrário do que muita gente pensa, o Pix não é um aplicativo ou um banco.

Como falamos antes, o Pix é um meio de realizar transações financeiras e está disponível para todas as pessoas que tenham conta em uma das mais de 700 instituições aprovadas pelo Banco Central, podendo ser uma conta corrente, conta poupança ou até conta de pagamento pré-paga.

O nome Pix também não é uma sigla, com um significado especial. Ele é uma marca criada para lembrar o termo “pixel” (ponto colorido que forma imagens em telas e impressões) com objetivo de representar a transformação digital, rapidez e a inovação do sistema financeiro.

Principais características do Pix

O Pix é uma solução inovadora no sistema de pagamentos e vem contribuindo para tornar as transações mais acessíveis e menos burocráticas.

Como principais características desse meio de pagamento, podemos destacar:

  • Rapidez: as transações do Pix são concluídas em poucos segundos e o destinatário recebe seu pagamento em tempo real;
  • Disponibilidade: o sistema de pagamento instantâneo funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive sábados, domingos e feriados;
  • Facilidade: para usar, as pessoas se deparam com etapas intuitivas e de fácil aprendizado;
  • Acessibilidade: o Pix é gratuito para pessoas físicas e tem baixo custo para pessoas jurídicas (empresas);
  • Segurança: o Pix também conta com forte infraestrutura para garantir a segurança das transações;
  • Amplitude: sua estrutura ampla possibilita pagamentos entre instituições distintas;
  • Versatilidade: traz diversas opções para pagamentos para pessoas, empresas e governo, independentemente do valor transacionado;
  • Integração: o Pix também tem processos integrados que facilitam e conciliam os pagamentos.

Por todos esses aspectos, o Pix traz muitas vantagens para quem utiliza. Vamos conhecer os benefícios de realizar transações dessa forma?

Conheça os principais benefícios do Pix

O principal benefício do Pix é que, ao contrário de outras formas usadas para transferir dinheiro (como o DOC e o TED), ele é gratuito e não tem custo nenhum para pessoas físicas.

Já as pessoas jurídicas podem ser tarifadas para pagar ou receber recursos via Pix. No entanto, ainda assim, ele tem um custo médio por transação menor que outras opções de pagamento, de acordo com um documento produzido pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS).

Essas tarifas não são fixadas pelo Banco Central e são definidas livremente pelos bancos e instituições financeiras.

Como meio de pagamentos instantâneos, o Pix traz outros benefícios aos seus usuários. Para facilitar o entendimento sobre isso, dividimos esses benefícios em três categorias:

  1. Benefícios para quem faz pagamentos e transferências;
  2. Benefícios para quem recebe;
  3. Benefícios para o ecossistema financeiro.

Benefícios do Pix para pagadores

Para quem realiza pagamentos e transferências, o Pix traz segurança, baixo custo e muita rapidez.

Usando sua lista de contatos ou fazendo a leitura de um QR Code, é possível agilizar o processo do pagamento em poucos segundos.

Além disso, essa nova forma de realizar transações dispensa cédulas, cartões, talões de cheque, pois requer somente o acesso digital.

Isso também permite que o Pix seja integrado a outras soluções, como maquininhas, links de pagamento e sistemas de e-commerce.

Benefícios do Pix para recebedores

para quem recebe, o Pix tem como benefícios o baixo custo para realizar transações, além da facilidade de automatizar e conciliar pagamentos.

Como tudo é feito diretamente sem intermediários, o Pix proporciona acesso imediato aos recursos financeiros, o que torna mais fácil fazer o fluxo de caixa.

Além de ter tarifas mais baratas que as de outros meios de pagamento como cartão e boleto, é possível agilizar o recebimento via Pix através do uso de QR Code ou de chaves Pix (assunto que falaremos já, já).

Benefícios do Pix para o ecossistema financeiro

De modo geral, quando utilizamos meios de pagamento eletrônicos como o Pix, diminuímos a necessidade de produzir dinheiro (cédulas de papel ou moeda), que têm um custo caro de produção.

Podemos citar também que o Pix contribui bastante para estimular a competição das empresas do segmento e a entrada no mercado de fintechs, abreviatura para o termo financial technology (tecnologia financeira, em tradução livre) e que se refere às empresas ou startups dedicadas ao desenvolvimento de soluções digitais no segmento financeiro.

O aumento da oferta ajuda que os usuários em geral tenham acesso a produtos com custos menores, o que também ajuda a promover a inclusão financeira.

Juntos, todos esses fatores contribuem ainda para que os ambientes digitais se tornarem cada vez mais seguros e que os serviços tenham mais qualidade.

Como o Pix funciona

As transações feitas pelo Pix são efetuadas em tempo real e sem intermediários, conforme já falamos.

Ao criar essa nova maneira de fazer pagamentos digitais, o Banco Central visou algo que pudesse ser amplamente utilizado e se tornasse uma alternativa ágil diante de opções mais tradicionais para fazer pagamentos ou transferir dinheiro.

Se, para fazer um DOC ou um TED, por exemplo, é preciso saber os dados bancários da pessoa/empresa, com o Pix, essas informações não são necessárias.

Utilizando a chamada Chave Pix, é possível transferir dinheiro ou pagar alguém a qualquer hora do dia, em qualquer dia da semana.

Além disso, a transação pode ser feita entre quaisquer instituições financeiras – de banco para banco, de banco para fintech e por aí vai.

Para fazer tudo isso funcionar, o BC criou o Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), uma infraestrutura centralizada e única, que permite que as instituições financeiras possam fazer a liquidação de pagamentos instantâneos, disponibilizando o Pix para seus clientes.

Com o SPI, as transferências são feitas por um sistema de padronização de mensagens, com comunicação rápida, segura e contínua entre as todas as instituições participantes do Pix.

Assim, em questão de segundos, o dinheiro sai da conta do pagador para a conta do recebedor, independente deles serem ou não clientes da mesma instituição.

Cadastro no Pix: veja como fazer e o que são as chaves Pix

O cadastro no Pix é muito simples. Para fazê-lo, é necessário ter uma conta (poupança, corrente ou pré-paga) em uma das diversas instituições participantes aprovadas pelo BC para oferecer esse meio de pagamento.

Ao se cadastrar, você precisará definir suas chaves Pix através do aplicativo, internet banking (site) ou agência da instituição onde você tem conta.

O que são as chaves Pix

Segundo definição do próprio Banco Central, uma Chave Pix é “como um apelido da sua conta”. Com ela, não é necessário informar dados como nome do banco, agência e número da conta para receber um Pix.

quatro tipos de chave Pix que você pode utilizar para identificar sua conta:

  • Número do seu CPF ou do CNPJ da sua empresa;
  • E-mail;
  • Número de telefone celular;
  • Chave aleatória.

A chave aleatória é uma opção para quem quer receber um Pix sem precisar informar nenhum dado pessoal ao pagador.

Ela é um código único, gerado aleatoriamente pelo Banco Central e tem 32 caracteres com letras e símbolos, sendo atrelada a uma só conta.

Essa opção foi criada principalmente para ser utilizada com QR Codes (gerados pelos aplicativos das instituições financeiras para facilitar o recebimento dos recursos financeiros).

A chave aleatória também pode ser copiada e enviada por mensagem, sem necessidade de ser memorizada.

No entanto, ela é o único tipo de Chave Pix que não pode ser reutilizada em outra conta.

Nesse caso, em vez de realizar a portabilidade, é preciso excluir a chave aleatória na sua conta de origem e, depois, cadastrar uma outra chave aleatória na nova conta de destino.

De qualquer forma, o Pix é tão democrático que, para fazer ou receber através dele, não é obrigatório ter uma chave.

Neste caso, basta informar seus dados bancários e pessoais ao recebedor, da mesma forma que é feito em outros tipos de transação.

No entanto, é recomendável cadastrar sua chave para receber um Pix, já que esse recurso foi criado para agilizar ainda mais as transações via Pix, aproveitando toda a rapidez e praticidade que esse meio de pagamento traz.

Número-limite de chaves Pix

O Banco Central permite que os usuários tenham mais de uma chave Pix vinculadas às suas contas, mas há um número-limite que varia para pessoas e empresas.

As contas de pessoas físicas podem ter até cinco chaves vinculadas a ela, independentemente da conta ser individual ou conjunta.

Já no caso de contas de pessoa jurídica, o número máximo de chaves Pix é de 20 por conta.

Veja como usar o Pix para receber ou fazer pagamentos

Mesmo sendo tão “novinho” em relação a outras formas de pagamento, o Pix já vem sendo utilizado em larga escala no Brasil.

Um estudo da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), por exemplo, mostrou que este sistema de pagamento instantâneo já é utilizado por 71% dos brasileiros e é aprovado por 85% da população.

Confira o passo a passo para fazer, receber ou pagar contas pelo Pix!

Como fazer um Pix

  1. Abra o aplicativo ou site da sua instituição financeira;
  2. Acesse a função Pix;
  3. Clique na opção “Pagar ou transferir com Pix”;
  4. Escolha e digite a opção de chave Pix de quem vai receber a transferência;
  5. Clique em “Avançar” ou “Continuar” (essa opção varia, de acordo com a instituição financeira);
  6. Na tela seguinte, o sistema já vai identificar quem vai receber a transferência. Confira as informações e preencha também a data e o valor que deseja transferir;
  7. Clique em “Avançar” ou “Continuar”;
  8. Digite sua senha e confirme a transação;
  9. Pronto! Em questão de segundos, o valor já estará disponível na conta de quem recebeu a transferência.

Como receber um Pix

Para receber algum valor via Pix, não tem mistério: basta informar sua chave Pix a quem vai transferir o dinheiro para você.

Em seguida, a pessoa deverá seguir as etapas indicadas no passo a passo acima e em poucos segundos, o dinheiro estará disponível na conta vinculada à chave Pix que você informou.

Importante: por segurança, peça que o comprovante da transferência seja enviado para você assim que a transação for finalizada.

Como usar o Pix para pagar contas ou boletos

  1. Abra o site ou aplicativo do sua instituição financeira.
  2. Acesse a opção Pix. Aqui, você vai ver duas opções: “Ler/Pagar com QR Code” ou “Pix Copia e Cola”;
  3. Para pagar com a opção “Ler/Pagar com QR Code”, é só apontar a câmera do seu celular para o código presente na conta/boleto que deseja quitar. Finalize a transação com a sua senha;
  4. Já a opção “Pix Copia e Cola” é uma funcionalidade que gera um link/código de pagamento a partir do QR Code de pagamento. Se você está usando o celular e não pode apontar a câmera do aparelho ler o QR Code na tela, essa é a opção mais indicada. Para fazer o pagamento, basta copiar e colar o código na área do app ou do site da sua instituição financeira, clicar em “Avançar” e finalizar a transação inserindo sua senha.

Importante: não há um limite mínimo de valores para as transações realizadas via Pix. Então, você pode fazer pagamentos ou transferências a partir de R$0,01.

Em geral, as transações do Pix também não têm um limite máximo de valores. No entanto, vale ter atenção a dois pontos:

  • Algumas instituições financeiras estabelecem limites máximos de valor como forma de minimizar riscos de fraude, operações de lavagem de dinheiro ou financiamento a atividades ilícitas;
  • Conforme determinado por uma resolução do BC, desde outubro de 2021, há um limite de R$ 1 mil para transferências e pagamentos realizados via Pix entre 20h e 6h (de segunda a domingo, incluindo feriados).

Você tem autonomia para solicitar ampliação destes limites junto à instituição onde tem conta. Se for o seu caso, vale entrar em contato para saber como proceder.

Mudanças no Pix: conheça funcionalidades adicionadas desde 2020

Desde que foi lançado, o Pix vem incorporando novas regras e funcionalidades para se tornar uma opção de pagamento cada vez melhor.

Além do limite de R$ 1 mil para transações realizadas entre 20h e 6h detalhado acima, conheça outras mudanças ocorridas no Pix desde o seu lançamento:

Pix Cobrança

Lançado em maio de 2021, o Pix Cobrança é uma alternativa de boleto bancário, disponibilizada pelo Banco Central para pessoas jurídicas.

Ele permite a emissão de um QR Code personalizado que realiza cobranças automáticas ou com data futura.

Pix Saque

Desde novembro de 2021, é possível usar o Pix para fazer saques de dinheiro em espécie em lojas de departamento, padarias, supermercados e outros estabelecimentos comerciais que optarem por oferecer este serviço.

Para sacar o dinheiro, basta fazer um Pix para o estabelecimento, utilizando o mesmo processo para enviar um Pix normal, a partir do aplicativo da loja ou da leitura de um QR Code.

O valor integral do Pix é repassado em dinheiro para o(a) cliente.

Pix Troco

No Pix Troco, a dinâmica é praticamente a mesma. Só que o saque do valor em espécie pode ser feito durante o pagamento de uma compra realizada no estabelecimento.

Assim, o Pix a ser feito deve ser a soma do valor da compra mais o valor do saque. O estabelecimento comercial, então, devolve o “troco” ou seja: o valor que excede o valor da compra.

Exemplo: se você fez compras de R$ 80 no mercado e fez um Pix com valor total de R$ 100, vai receber R$ 20 em dinheiro na sua mão.

Mas lembre-se: a oferta do Pix Saque e do Pix Troco é opcional. Consulte sempre o estabelecimento se esse serviço é oferecido antes de fazer o Pix.

Preste atenção também no limite máximo das transações do Pix Saque e do Pix Troco. Ele é de R$ 500,00 (durante o dia) e de R$ 100,00 no período noturno (das 20h às 6h).

Bloqueio Cautelar e Mecanismo Especial de Devolução

Essas duas novidades foram incorporadas para deixar o Pix ainda mais seguro.

O Bloqueio Cautelar permite que a instituição que detém a conta do recebedor efetue um bloqueio preventivo dos valores por até 72 horas e realize a análise de possíveis fraudes.

Já o Mecanismo Especial de Devolução (MED) é um recurso que pode ser acionado tanto pela instituição financeira quanto pelo usuário que acredita ter sido vítima de um golpe. Ele padroniza as regras e os procedimentos para viabilizar a devolução de valores.

Pix Parcelado

O Pix Parcelado (chamado pelo BC como Pix Garantido) é voltado para quem quer fazer um pagamento instantâneo, mas não tem dinheiro em conta.

Na prática, esse serviço é um empréstimo. Isso porque, ao transferir uma quantia via Pix, a pessoa solicita uma quantia emprestada à instituição financeira, escolhendo em quantas parcelas o saldo devedor deverá ser pago.

Por outro lado, quem recebe a transferência tem acesso ao valor transferido imediatamente.

Essa função é nova e o BC ainda está trabalhando nas regras para liberar o uso do serviço no 2º semestre de 2022. No entanto, algumas instituições financeiras já oferecem essa alternativa.

Por ser um empréstimo, é preciso ter atenção aos juros cobrados no Pix Parcelado para evitar endividamentos, tá?

Pix no Imposto de Renda

O Pix foi uma das novidades incorporadas pela Receita Federal à declaração do Imposto de Renda 2022. Ele pode ser utilizado pelos contribuintes para receber a restituição do IR ou pagar o imposto devido.

Para receber a restituição via Pix, é necessário informar sua chave Pix na declaração na conta vinculada à chave (que, obrigatoriamente, deve estar associada ao CPF do contribuinte).

E para pagar o IR devido com Pix, basta utilizar o QR Code que aparece em todos os Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARFs) emitidos para pagamento do Imposto de Renda.

Novidades previstas para 2022

Ainda em 2022, o Banco Central deve liberar novas funcionalidades para o Pix.

Confira as principais:

  • Pix por aproximação: esse recurso permitirá fazer pagamentos ao aproximar o celular da maquininha de cartão, utilizando a tecnologia NFC;
  • Pix débito automático: as chamadas contas de consumo (gás, luz, água, telefone etc) poderão ser pagas através de agendamento automático via Pix;
  • Pix internacional: aqui, a ideia é permitir que o Pix seja usado para fazer transferências internacionais. O BC já conversa com alguns país como a Inglaterra e a Itália para lançar essa função;
  • Pix offline: o Banco Central está avaliando alternativas de expandir a utilização do Pix para ambientes sem acesso à internet. Não há mais detalhes sobre a iniciativa ainda, mas a ideia é viabilizar meios para que as transações sejam feitas de maneira offline (sem conexão ativa de Internet).

Quer pagar ou receber dinheiro? Faz um Pix!

Por oferecer tantas possibilidades, em apenas 15 meses após seu lançamento, o PIX já foi utilizado por 114 milhões de pessoas no Brasil, movimentando R$ 6,7 trilhões em transações.

O Pixfaz frente a outras formas de pagamento tradicionais, como cartões de crédito e débito.

Além disso, nove em cada dez pequenos negócios já usam Pix!

E você? Tem uma empresa? Então, está mais do que na hora de oferecer esta forma de pagamento para os seus clientes e vender muito mais!

Clique aqui e veja como oferecer o pagamento via Pix direto nas soluções digitais e nas maquininhas da Cielo!

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