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ICVA aponta crescimento de 3,6% no faturamento do Dia das Mães 2026 e mudança na forma de presentear

Pernambucanos e fluminenses são os que mais aumentaram os gastos. Já goianos e catarinenses diminuíram as despesas com presentes.
Publicado por Comunicação Cielo

Imagem de ambiente de varejo no Brasil, com pessoa atendente atrás do balcão usando um tablet para análise de dados. Sobreposição de elementos gráficos da Cielo com o texto “ICVA – Índice Cielo do Varejo Ampliado” e ícones de indicadores de desempenho. Destaque para “Análise Dia das Mães 2026”, indicando estudo de vendas e comportamento do varejo no período comemorativo.O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) mostra que o varejo brasileiro cresceu 3,6% no Dia das Mães 2026 na comparação com o mesmo período do ano passado.

O resultado foi puxado principalmente pelo avanço do e-commerce e pelo crescimento dos setores ligados a serviços e experiências de consumo.

O levantamento da Cielo considera o período de 4 a 10 de maio de 2026 comparado com 5 a 11 de maio de 2025.

Imagem informativa sobre o varejo no Brasil exibindo “Dia das Mães 2026”. Destaque para crescimento de 3,6% no faturamento, conforme o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Nota indica que a variação é nominal, sem considerar inflação ou ajuste de calendário.

Data tem crescimento nas vendas pelo 3º ano seguido

O resultado de 2026 também marca o terceiro ano consecutivo de crescimento do varejo no Dia das Mães, segundo o ICVA da Cielo.

Após a retração de 4,2% registrada em 2023, o setor passou a apresentar recuperação consistente, com avanço de 6,8% em 2024, alta de 6,3% em 2025 e crescimento de 3,6% neste ano.

A desaceleração em relação aos dois anos anteriores indica um consumidor mais cauteloso diante do cenário econômico, mas mostra que a data continua relevante para o calendário do varejo brasileiro.

Infográfico com barras comparativas do desempenho do varejo brasileiro no Dia das Mães entre 2023 e 2026. Mostra queda de 4,2% em 2023 e crescimento nos anos seguintes: 6,8% em 2024, 6,3% em 2025 e 3,6% em 2026, destacando o terceiro ano seguido de alta.

Entre as regiões, Norte apresenta melhor performance no Dia das Mães 2026

Regionalmente, o Norte apresentou o melhor desempenho do varejo no Dia das Mães, com crescimento de 4%, seguido pelo Nordeste, que avançou 3,3%, reforçando a força do consumo nas duas regiões.

Na outra ponta, o Centro-Oeste foi a única região a registrar retração no período, com queda de 0,2%.

Infográfico com mapa do Brasil segmentado por regiões, mostrando o crescimento do faturamento do varejo no Dia das Mães 2026. A região Norte lidera com alta de 4,0%, seguida pelo Nordeste com 3,3%. O Sudeste apresenta crescimento de 1,8% e o Sul de 1,6%. O Centro-Oeste é a única região com variação negativa, registrando queda de -0,2%. Dados do ICVA da Cielo.

Entre os estados, Pernambuco liderou o crescimento do varejo no Dia das Mães, com alta de 4,3%, seguido pelo Rio de Janeiro, que avançou 4%.

Ceará e Distrito Federal também se destacaram, ambos com crescimento de 3,7%, mostrando um consumo mais aquecido nessas regiões durante a data comemorativa.

No oposto do ranking, Goiás registrou o pior desempenho do país, com retração de 1,5% nas vendas.

Infográfico de barras horizontais com o desempenho do faturamento do varejo por estado no Brasil no Dia das Mães 2026. Destaques positivos incluem Pernambuco (+4,3%), Rio de Janeiro (+4,0%), Ceará (+3,7%) e Distrito Federal (+3,7%). São Paulo apresenta leve alta de +0,3%. Entre os resultados negativos estão Santa Catarina (-0,4%) e Goiás (-1,5%). Dados do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).

Serviços se destaca entre macrossetores

O macrossetor de Serviços foi o que mais cresceu no período, com alta de 5%, acima do varejo total.

Já o segmento de Bens Duráveis e Semiduráveis apresentou retração de 0,7%.

Gráfico de barras apresenta o crescimento nominal do faturamento do varejo brasileiro por macrossetores no Dia das Mães 2026. O setor de serviços lidera com alta de 5,0%, seguido por bens duráveis e semiduráveis com 4,4%. O segmento de bens não duráveis apresenta retração de -0,7%, indicando desempenho negativo no período.

Os números mostram uma mudança importante no comportamento do consumidor, onde setores tradicionalmente ligados à compra de presentes físicos recuaram 1,3% no varejo total. Apenas o setor de Cosméticos & Cuidados Pessoais registrou alta.

Entre os destaques positivos do varejo total estão Turismo & Transporte (+7,7%) e Drogarias & Farmácias (+4,9%).

O desempenho reforça a preferência do consumidor por presentes ligados a bem-estar, autocuidado e experiências.

Gráfico de barras apresenta o desempenho dos setores presenteáveis no varejo brasileiro no Dia das Mães 2026. O total registra queda de 1,3%. Cosméticos e higiene pessoal crescem 2,7%, enquanto vestuário, eletrodomésticos, óticas, papelarias e alimentação apresentam retrações. Destaque positivo para turismo e transporte (7,7%) e drogarias (4,9%).

“O consumidor brasileiro continua celebrando o Dia das Mães, mas está mais racional na forma de consumir. O crescimento do comércio eletrônico mostra uma busca maior por conveniência, comparação de preços e promoções, enquanto os serviços reforçam uma tendência de valorização de experiências”, afirma Carlos Alves, vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo.

E-commerce tem desempenho de destaque

As vendas no comércio eletrônico tiveram alta de 11,2%, mais de três vezes acima do crescimento do varejo total.

Todos os macrossetores apresentaram avanço nas vendas online, com destaque para Bens Não Duráveis, que cresceu 14,7%.

Gráfico sobre o desempenho do e-commerce no varejo brasileiro no Dia das Mães 2026. Apresenta crescimento geral de 11,2%, com variações por setor: serviços com 14,7%, bens duráveis e semiduráveis com 11,3% e bens não duráveis com 9,7%.

No comércio eletrônico, o maior crescimento foi registrado pelo segmento de Óticas & Joalherias, com avanço de 22,4%.

Em seguida, aparece o setor de Móveis, Eletro & Departamentos, com alta de 15,7%.

Nas vendas on-line, os segmentos presenteáveis no e-commerce avançaram 9,3%.

Gráfico de barras mostra o crescimento dos setores presenteáveis no e-commerce brasileiro no Dia das Mães 2026, com alta total de 9,3%. Principais destaques: turismo e transporte (25,8%) e cosméticos e higiene pessoal (22,4%), seguidos por vestuário (15,7%) e drogarias (10,0%). Alguns segmentos apresentam queda, como livrarias (-2,8%) e alimentação (-1,5%).

“O Dia das Mães deste ano mostra um consumidor menos impulsivo e mais estratégico. O brasileiro segue comprando, mas está escolhendo melhor onde e como gastar”, diz Carlos Alves.

Outro movimento relevante observado pelo ICVA foi a diferença entre os canais físicos. As lojas de rua cresceram 2,3%, enquanto os shoppings registraram retração de 0,7%.

Gráfico comparativo do varejo físico brasileiro no Dia das Mães 2026 mostra crescimento geral de 1,9%. O comércio de rua apresenta alta mais expressiva de 2,3%, enquanto os shopping centers registram queda de 0,7%, indicando melhor desempenho das lojas de rua no período.

 O que é o ICVA – Índice Cielo de Varejo Ampliado

O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) acompanha mensalmente a evolução do varejo brasileiro, de acordo com as vendas realizadas em 18 setores mapeados pela Cielo, desde pequenos lojistas a grandes varejistas.

Eles respondem por milhares de clientes credenciados à companhia.

O peso de cada setor no resultado geral do indicador é definido pelo seu desempenho no mês.

O ICVA foi desenvolvido pela área de Business Analytics da Cielo com o objetivo de oferecer mensalmente uma fotografia do comércio varejista do país a partir de informações reais.

Como o ICVA é calculado

A unidade de Business Analytics da Cielo desenvolveu modelos matemáticos e estatísticos que foram aplicados à base da companhia com o objetivo de isolar os efeitos do comportamento competitivo do mercado de credenciamento – como a variação de marketshare, substituição de cheque e dinheiro no consumo, bem como o surgimento do Pix.

Dessa forma, o indicador não reflete somente a atividade do comércio pelo movimento com cartões, mas, sim, a real dinâmica de consumo no ponto de venda.

Este índice não é, de forma alguma, a prévia dos resultados da Cielo, que é impactado por uma série de outras alavancas, tanto de receitas quanto de custos e despesas.

Entenda o Índice Cielo do Varejo Ampliado

  • ICVA Nominal – Indica o crescimento da receita nominal de vendas no varejo ampliado do período, comparando com o mesmo período do ano anterior. Reflete o que o varejista de fato observa nas suas vendas.
  • ICVA Deflacionado – É o ICVA Nominal descontado da inflação. Para isso, utilizamos um deflator, que é calculado a partir do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), apurados pelo IBGE e ajustados ao mix e pesos dos setores contidos no ICVA. Reflete o crescimento real do varejo, sem a contribuição do aumento de preços.

O novo modelo contempla informações do IPCA entre o primeiro e 11º mês e do IPCA-15 referentes ao 12º mês. No mês seguinte, o histórico do dado deflacionado será ajustado com a aplicação do IPCA daquele mês, podendo conter uma variação marginal.

  • ICVA Nominal/Deflacionado com ajuste calendário – É o ICVA sem os efeitos de calendário que impactam determinado mês/período, quando comparado com o mesmo mês/período do ano anterior. Reflete como está o ritmo do crescimento, permitindo observar acelerações e desacelerações do índice.
  • ICVA E-Commerce – Indicador do crescimento da receita nominal no canal de vendas online do Varejo do período em comparação com o período equivalente do ano anterior.

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