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Time Cielo debate sobre a (In)Visibilidade das Mulheres Lésbicas na Comunidade LGBTQIA+

Para fomentar a conscientização do Time Cielo sobre o assunto, a edição do Conversas Plurais do teve como tema a Invisibilidade das Mulheres Lésbicas na Comunidade LGBTQUIA+.
Publicado por Equipe Cielo

Agosto é um mês com duas datas muito relevantes no calendário da Diversidade e da Comunidade LGBTQIA+. No dia 19, temos o Dia do Orgulho Lésbico; já no dia 29 de agosto, comemoramos o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. Para fomentar a conscientização do Time Cielo sobre o assunto, a edição do Conversas Plurais do teve como tema a Invisibilidade das Mulheres Lésbicas na Comunidade LGBTQUIA+.

 

Para isso, recebemos como convidada Angela Passaretti, Customer Success Account Manager na Microsoft, para um bate-papo aberto por Paulo Naliato, sponsor do Prisma (grupo de afinidade LGBTQIA+ da Cielo) e mediado por Karina Sousa, Especialista em Diversidade e Inclusão da Cielo.

 

Com generosidade e sensibilidade, a executiva da Microsoft compartilhou sua experiência de vida, trazendo diversos aspectos que afetam as mulheres lésbicas na Comunidade LGBTQIA e na sociedade em geral.

 

Ela fez questão de começar a conversa com nossos colaboradores ressaltando a importância do espaço proporcionado pelo Conversas Plurais:

 

“É um prazer ter esse lugar de fala, principalmente por estarmos debatendo a questão da Invisibilidade Lésbica. Ter um lugar para falar sobre o assunto efetivamente é muito importante, principalmente em uma empresa do tamanho da Cielo”, destacou.

 

Atuando há mais de 20 anos na área de Tecnologia da Informação, Angela Passaretti tratou de questões culturais da nossa sociedade que fomentam o pensamento preconceituoso ao longo dos anos e que nos afetam desde criança.

 

“Gostava de jogar futebol na rua com os meninos e meus pais não deixavam. E quando eu escapava para fazer isso, a minha mãe me tratava com pronomes masculinos. Isso me deixava muito triste, porque eu era exposta de forma pejorativa e eu era apenas uma mulher que queria jogar bola”, conta.

 

Ela apontou ainda importância da conscientização e um ambiente profissional acolhedor para mudar a questão da invisibilidade da mulher e da redução do gênero feminino.

 

“Demorei muito para me assumir, principalmente no ambiente de trabalho. Isso aconteceu há três anos, porque eu tinha medo de ser agredida de alguma forma – e eu já me sentia agredida pela forma como eu via as pessoas LGBT serem tratadas. A questão aqui é como a mulher é objetificada, algo que passa muito pelo machismo”.

 

Angela fez ainda um convite à reflexão de todos que participaram do bate-papo.

 

“É fácil a gente se assumir diante de um ambiente pouco acolhedor, onde você é tratado de forma pejorativa? Por que a gente fica “escondida”? – questionou. “É porque tenho medo de ser agredida. Essas questões vão sendo corrigidas quando falamos numa empresa como a Cielo e a Microsoft abre esse espaço e falamos para pais e mães de família que podem ter filhos LGBT e que precisam ser amados e acolhidos a partir de casa. É muito grande falar para vocês para que outras pessoas sejam acolhidas e saiam da invisibilidade. Precisamos ter a liberdade de ser quem somos”.

 

A convidada também ressaltou a importância de “liderar pelo exemplo” e quem isso é válido não só para as grandes empresas, mas também para empresas de menor porte.

 

“A gente não vai mudar a estrutura brigando com as pessoas no meio da rua. A gente vai mudar a estrutura com pequenas atitudes. Ter uma conversa como essa é uma pequena revolução. E a forma de transformar pequenas empresas é ser exemplo para elas”, finalizou.

 

 

Dia do Orgulho Lésbico e Dia Nacional da Visibilidade Lésbica: conheça a origem dessas datas tão importantes comemoradas em agosto

 

O Dia do Orgulho Lésbico e o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica são comemorados em agosto e estão entre as datas mais relevantes do calendário LGBTQIA+. Por isso, é importante saber como estas datas foram estabelecidas.

 

Dia do Orgulho Lésbico

A data de 19 de agosto foi escolhida como Dia do Orgulho Lésbico para marcar a memória à primeira grande manifestação de mulheres lésbicas no Brasil, que aconteceu em 1983, em São Paulo.

 

O evento ficou conhecido como o “Stonewall brasileiro” – em referência à Rebelião de Stonewall, marco de resistência e igualdade civil dos homossexuais no século XX e que deu origem ao Dia do Orgulho Gay.

 

No acontecimento em São Paulo, as ativistas do Grupo Ação Lésbica Feminista (Galf) ocuparam o Ferro’s Bar em protesto o preconceito e o tratamento abusivo que vivenciavam no local, após os donos do estabelecimento terem proibido a distribuição de uma publicação ativista lésbica.

 

Com a manifestação, as ativistas conseguiram liberar a distribuição da revista no bar, que já era um local onde vários artistas da comunidade LGBTQIA+ trabalhavam.

Dia Nacional da Visibilidade Lésbica

Já o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica é comemorado em 29 de agosto para marcar a representatividade da mulher lésbica.

 

A data foi criada em 1996, por ocasião da realização do 1º Seminário Nacional de Lésbicas, no Rio de Janeiro. A partir daí, este dia passou a ser lembrado como uma data de resistência para mulheres lésbicas.

 

***

 

A Cielo está para todas as pessoas assim como o #TimeCielo está para a inclusão. Se nós existimos para “simplificar e impulsionar negócios para todos”, precisamos nos perguntar: quem cabe no nosso “todos”?

 

Dá um play e assista ao nosso Manifesto de Diversidade!

 


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