Você está em:

Dicas e Histórias de Sucesso

Como evitar fraudes e garantir a segurança do seu dinheiro

Publicado por Equipe Cielo

Existem alternativas viáveis para proteger seu negócio quando a única alternativa é vender no ambiente digital

 
De uma coisa nós sabemos: todo empreendedor deseja ter um negócio seguro e saber como evitar fraudes. Além, é claro, de vender o máximo possível para que a empresa prospere. Em tempos de novo coronavírus, focar energia em garantir a sua segurança e do cliente é fundamental para ter resultados satisfatórios.
O isolamento social, recomendado pelo Ministério da Saúde, fez com que empreendedores usassem o que faz parte da nossa história: a criatividade para apostar em novos formatos de vendas. Isso, porém, traz novos riscos e devemos estar preparados para lidar com eles.
Você está preparado? Aqui, vamos ensiná-lo a contornar possíveis problemas que podem atingir empresas em período de pandemia.
 

Como evitar fraudes com o cartão de crédito

Que a internet e qualquer outro tipo de tecnologia facilita a nossa rotina já não é novidade para ninguém. Realizar pesquisas de preços de produtos e comprá-los nunca foi tão fácil. Bastam alguns cliques e podemos ver centenas de itens de diferentes estabelecimentos.
Como falamos, essas facilidades podem trazer novos problemas. Segundo a Serasa Consumidor, os feriados, apesar de serem ótimas datas para o comércio vender mais, também podem servir como alerta para os empreendedores. Nas vésperas e durante os feriados, as chances de uma empresa sofrer com fraude aumentam 25%, de acordo com o departamento Antifraude da Serasa.
Além disso, os fraudadores optam por atacar pequenos negócios em períodos de feriados. Por isso é importante ficar atento às informações que vamos destacar para proteger o seu comércio.
Leia mais: Aceite cartões sem ter uma maquininha com o Super Link
 

Qual o principal risco que você corre?

Não receber o pagamento pelo produto ou serviço que vendeu, o que aumenta a inadimplência do negócio.
 

Qual a tentativa de fraude mais comum?

Ainda de acordo com a Serasa, a tentativa fraudulenta mais comum é a do roubo de identidade. Isto é, a pessoa que faz a compra se passa por titular com um documento que não pertence a ela.
Trata-se de um ato constante em épocas de muito movimento no mercado varejista. Se o comércio não se previne com ferramentas antifraude, o sistema fica mais vulnerável e propício a um golpe.
 

Qual a solução?

No comércio físico, o mais básico e que não deve deixar de ser feito é o cuidado na hora de avaliar os documentos apresentados.
Outras soluções adotadas por empreendimentos
1 – Rastreio e reconhecimento de dispositivo de compra (IP e localizador geográfico).
2 – Registro de informações dos clientes com histórico de últimas compras.
3 – Travas de segurança e monitores que detectam atividades maliciosas.
4 – Perguntas de segurança.
5 – Comparação de endereços de entrega e de pagamento.
6 – Envio de e-mail e telefonemas entre estabelecimento e comprador.
Sim, é necessário fazer um investimento financeiro para evitar fraudes. Porém, comparado aos custos para reparar situações fraudulentas, o valor será menor. Por isso, contar com um sistema antifraude e manter contato com especialistas de segurança da informação pode ser a saída mais eficiente para minimizar as dores de cabeça com ações maliciosas.
Leia mais: Saiba como vender roupas pela internet
 

Como evitar fraudes: conheça as principais formas

Como se proteger de algo que você não conhece? Por isso, o ideal é que você esteja por dentro de todos os golpes possíveis. Claro, não estamos pedindo para que seja um especialista, mas você deve saber identificar uma fraude quando se deparar com a situação.
Que tal conhecer as principais?
 

Roubo de identidade

Com o roubo de identidades, criminosos fazem transações usando perfis diferentes. Eles visam informações pessoais como nomes, e-mails, endereços ou dados de cartão de crédito e conta bancária.
Com as informações em mãos, os golpistas fazem transações com nome falso. Por isso, todo estabelecimento deve evitar que compras sejam efetuadas com cartões em nomes de terceiros.
Além disso, vale lembrar que roubo de senhas ou apenas ter os números do cartão é o suficiente para que criminosos se apropriem de identidades. Portanto, ter o histórico de compra do cliente e exigir um cadastro para realizar compras on-line é importante para conseguir localizar o indivíduo após a fraude.
 

Fraude amigável

Quem nunca fez uma venda on-line e o cliente alegou não ter feito a transação para o banco e afirma que os seus dados foram roubados? Isso é chamado de chargeback.
Os criminosos usam dados roubados para fazer compras, mas não enviam seus endereços domiciliares. Eles usam informações de intermediários para concluir a transação e encaminhar os produtos.
 

Fraudes de afiliados

Essa fraude visa a manipulação de estatísticas de tráfego ou inscrição de afiliados para obtenção de pontos ou de dinheiro de programas. Para isso, eles usam processos automatizados e conseguem acessar os dados de pessoas reais e fazer login em sites com contas falsas, mas com dados legítimos de outro indivíduo.
 

Autofraude

Quando o proprietário do cartão faz a compra e, com má intenção, diz não reconhecê-la quando chega a fatura do cartão de crédito.
Leia mais: Os melhores produtos para vender na internet
 

Atente-se ao chargeback

Como falamos, a rotina de um negócio digital exige que o empreendedor esteja preparado para novos problemas. O chargeback, termo já citado neste conteúdo, é um dos que podem aparecer com grande frequência.
 

Mas você sabe o que é chargeback?

Chargeback é o cancelamento de vendas on-line realizadas no cartão de crédito ou débito. Elas acontecem por causa do não reconhecimento da compra pelo titular do cartão ou até mesmo pela transação não respeitar as regulamentações previstas nos contratos, termos, manuais editados pelas administradoras de cartão e aditivos.
Podemos concluir que o é uma ferramenta criada pelas operadoras de cartão com o objetivo de garantir maior segurança nas operações realizadas, especialmente em e-commerce. Entretanto, esse método de segurança que protege os consumidores, algumas vezes, pode deixar as empresas de mãos atadas.
Vale destacar: somente o portador do cartão pode solicitar o chargeback à operadora.
 

E como o empreendedor pode se proteger?

A Cielo conta com um produto chamado 3DS 2.0 que pode ajudá-lo nesse desafio. Trata-se de um protocolo de autenticação de e-commerce que, além de estimular o uso de cartão de débito em vendas on-line, passa a responsabilidade do chargeback por fraude para o banco emissor. Ou seja, se houver atividade maliciosa, seu negócio não sairá perdendo.
O 3DS 2.0 vai além da segurança para o varejista e proporciona uma experiência fluida, simples e transparente ao consumidor, o que certamente aumenta o número de vendas. Afinal, experiência agradável é um dos principais pilares para quem trabalha no ambiente digital.
Por conta da pandemia causada pelo coronavírus, as vendas on-line aumentaram. Com isso, os empreendedores devem redobrar a atenção com possíveis ataques fraudulentos. Com as informações deste conteúdo, você certamente está mais preparado para lidar com situações semelhantes.
 


Portfólio de Soluções! Encontre a que melhor combina com você.

Portfolio de soluções encontre a sua.

Cielo LIO

A máquina inteligente que trabalha por você e economiza seu dinheiro.
Saiba mais
Portfolio de soluções encontre a sua.

Cielo FLASH

A maquininha ultraveloz para você vender muito mais
Saiba mais
Portfolio de soluções encontre a sua.

Cielo ZIP

Na Cielo Você ganha! sua maquininha de verdade.
Saiba mais

Entre em contato e prepare-se para vender mais:

Central de Relacionamento

4002-5472 (todas as localidades)
0800-579-8472 (exceto capitais)

Suporte Técnico

4002-9111 (todas as localidades)
0800-579-0111 (exceto capitais)

Ouvidoria

0800-570-2288