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Prevenção à fraude: entenda os riscos e veja dicas para proteger o seu negócio

Prevenção à fraude é um processo contínuo que ajuda negócios a reduzir riscos em pagamentos digitais, evitar prejuízos financeiros e agir rapidamente quando golpes acontecem. Com autenticação, monitoramento em tempo real e organização dos processos, é possível identificar fraudes mais cedo, minimizar impactos e fortalecer a segurança das transações no dia a dia.
Publicado por Equipe Cielo

Em um cenário cada vez mais digital, prevenir fraudes deixou de ser só uma preocupação técnica e se tornou uma decisão estratégica para proteger o caixa, a reputação e a continuidade do negócio.  

Afinal de contas, as fraudes em pagamentos digitais não são um risco distante. Elas fazem parte da rotina de quem empreende. Golpes com cartões, uso indevido de dados e contestações de pagamento impactam tanto lojas físicas quanto online.  

Para se ter uma ideia, só no primeiro semestre de 2025 o Brasil registrou 6,9 milhões de tentativas de fraude, um aumento de 29,5%, com 53,7% delas direcionadas a bancos e emissores de cartões.  

Por isso, não basta apenas “evitar fraudes”. É preciso saber como prevenir de forma estruturada, acompanhar as transações no dia a dia e agir rápido quando algo foge do padrão.  

Neste conteúdo, você vai entender como organizar uma estratégia de prevenção à fraude de forma prática e contínua nos pagamentos digitais. 

O que é prevenção à fraude? 

Prevenção à fraude é o conjunto de estratégias, processos e tecnologias que ajudam a identificar, bloquear e reduzir tentativas de golpe antes que elas causem prejuízos ao negócio 

Na prática, envolve desde regras simples, como validação de dados e análise do comportamento de compra, até recursos mais avançados, como autenticação multifatorial, monitoramento em tempo real e análise de padrões de transações.  

Mais do que só evitar perdas financeiras, o objetivo é proteger a experiência dos clientes e a reputação da empresa 

Para pequenos e médios negócios, prevenir fraudes deve ser uma prática contínua, integrada à rotina de pagamentos digitais e guiada por decisões baseadas em dados. 

Por que fraudes em pagamentos digitais ainda são um risco para os negócios? 

As fraudes em pagamentos digitais seguem representando um risco real porque os golpes evoluem na mesma velocidade que a tecnologia 

Hoje, os casos mais comuns envolvem uso indevido de cartões, roubo de dados e identidade, engenharia social e chargeback – quando a venda é contestada mesmo depois que o produto ou serviço já foi entregue.  

E qual é o principal risco para o seu negócio?  

Não receber o pagamento pelo produto ou serviço que você vendeu, o que aumenta a inadimplência e afeta o caixa. 

Mas o impacto vai além da perda financeira direta. Fraudes geram custos operacionais, aumentam o tempo gasto com disputas, afetam o fluxo de caixa e podem comprometer a confiança dos clientes.  

E, infelizmente, pequenos e médios negócios são alvos frequentes porque, muitas vezes, operam com estruturas mais enxutas e menos camadas de segurança.  

Sem uma estratégia clara de prevenção à fraude, uma única ocorrência pode causar prejuízos relevantes. Por isso, entender onde estão os riscos e como eles afetam a operação é o primeiro passo para proteger o negócio de forma consistente e sustentável. 

Quais são as principais fraudes em pagamentos digitais? 

Entender como os golpes acontecem na prática é essencial para estruturar uma boa estratégia de prevenção à fraude.  

Muitos deles não parecem sofisticados à primeira vista, mas exploram falhas simples no processo de pagamento e no comportamento de clientes e comerciantes.  

A seguir, você confere os tipos mais comuns e como eles acontecem. 

Fraude com cartão não presente 

É uma das mais comuns no e-commerce. O criminoso usa dados de um cartão roubado para fazer uma compra online, sem ter o cartão físico.  

Um exemplo comum é a compra de produtos de alto valor, como eletrônicos, com entrega em endereços diferentes do cadastro do titular.  

Quando o verdadeiro dono do cartão percebe a compra, solicita o chargeback, e o prejuízo acaba ficando com o comerciante. 

Roubo de identidade e uso indevido de dados 

Aqui, o golpista utiliza informações pessoais reais de outra pessoa, como CPF, endereço e dados bancários.  

Na prática, isso pode acontecer quando alguém cria uma conta em uma loja virtual com dados verdadeiros, mas controla o e-mail e o telefone cadastrados.  

A venda é aprovada, o produto é entregue e, só depois, a fraude é descoberta. 

Chargeback 

Chargeback é o cancelamento de vendas online feitas no cartão de crédito ou débito 

Ele acontece quando o titular não reconhece a compra ou até mesmo quando a transação não respeita as regras previstas nos contratos, termos e manuais editados pelas administradoras.  

As causas são variadas: esquecimento da compra, uso do cartão por familiares sem autorização ou até casos de má-fé.  

Detalhe: somente o portador do cartão pode solicitar o chargeback à operadora. 

Esse mecanismo foi criado pelas operadoras de cartão para garantir maior segurança nas transações, e é muito usado em soluções antifraude para e-commerce.  

Mas apesar de proteger os consumidores, esse método de segurança, algumas vezes, pode deixar o lojista de mãos atadas, já que o prejuízo acaba ficando com o negócio.  

Phishing e engenharia social 

Phishing e engenharia social são fraudes baseadas em manipulação, em que clientes ou comerciantes são induzidos a fornecer dados sensíveis por telefone, e-mail ou mensagens falsas, facilitando a aplicação de golpes. 

Um exemplo comum é quando clientes recebem mensagens que parecem ser de empresas ou instituições financeiras e acabam fornecendo senhas e dados do cartão. 

Também existem casos em que o próprio comerciante é enganado: ele recebe ligações ou mensagens falsas, acredita estar falando com um representante oficial de determinada empresa e acaba liberando informações sensíveis. 

Autofraude e outros golpes operacionais 

A autofraude acontece quando o próprio titular do cartão faz a compra e, intencionalmente, nega a transação depois 

Além disso, existem fraudes que exploram falhas internas do negócio, como a ausência de conferência de dados ou falta de monitoramento das transações. 

Esses exemplos mostram que a prevenção à fraude precisa ir além de uma ação pontual.  

Ela exige processos claros, monitoramento constante e atenção ao comportamento das transações no dia a dia do negócio. 

Leia também: Novas regras do Pix: saiba como as mudanças afetam seu negócio 

Como estruturar a prevenção de fraudes de forma sistemática? 

A prevenção à fraude não funciona como uma ação pontual ou uma regra isolada. Ela precisa ser tratada como um processo contínuo, que combina tecnologia, análise de dados e rotinas bem definidas 

Isso significa atuar antes, durante e depois das transações, ajustando regras conforme o comportamento de compra muda e novos padrões de risco aparecem.  

A seguir, veja pilares essenciais para a segurança de pagamentos digitais e saiba como estruturar essa prevenção no dia a dia. 

Autenticação multifatorial: como aplicar no dia a dia 

A autenticação multifatorial (MFA) adiciona camadas extras de segurança ao exigir mais de uma forma de verificação para concluir uma ação. Além da senha, pode incluir código por SMS, aplicativo autenticador ou biometria.  

Nos pagamentos digitais, o MFA é especialmente importante no e-commerce, em links de pagamento e no acesso a sistemas de gestão financeira.  

Um exemplo prático é solicitar uma confirmação adicional quando há compras de valor elevado ou mudanças no cadastro do cliente.  

Isso reduz o risco de uso indevido de dados e fortalece a prevenção à fraude sem comprometer a experiência dos clientes. 

Leia também: LGPD nas empresas: guia completo para garantir segurança e conformidade com a lei 

Tokens de segurança e dados protegidos 

Os tokens de segurança substituem dados sensíveis, como o número do cartão, por códigos aleatórios que não têm valor fora daquele ambiente.  

Esse processo, chamado de tokenização, reduz drasticamente o risco de vazamento de informações financeiras. Na prática, mesmo que um sistema seja invadido, os dados reais não ficam expostos.  

Um exemplo comum está nas compras recorrentes: o cartão é armazenado de forma segura e, nas próximas transações, o token é usado no lugar dos dados reais, sem que o cliente precise digitar tudo de novo.  

Monitoramento em tempo real de transações 

Acompanhar transações em tempo real ajuda a identificar possíveis fraudes antes que o prejuízo aconteça 

Comportamentos como compras fora do horário habitual, valores muito acima da média, múltiplas tentativas de pagamento ou mudanças repentinas de localização são sinais de alerta.  

Quando esses comportamentos são detectados rapidamente, é possível bloquear transações suspeitas ou aplicar verificações adicionais para confirmar a autenticidade da compra.  

Relatórios atualizados e alertas automáticos ajudam a agir com rapidez e precisão. Esse monitoramento contínuo é um dos pilares da prevenção à fraude, pois transforma dados em decisões imediatas, protegendo o caixa e a operação do negócio. 

Controles operacionais que reduzem fraudes no dia a dia 

No dia a dia, a prevenção à fraude também depende de controles operacionais simples, mas consistentes.  

São ações que ajudam a identificar comportamentos suspeitos tanto no comércio físico quanto no digital: 

  • Monitoramento de atividades fora do padrão. 
  • Perguntas de segurança em compras de maior risco. 
  • Contato ativo com clientes em transações suspeitas. 
  • Registro e análise do histórico de compras dos clientes. 
  • Comparação entre endereço de pagamento e de entrega. 
  • Rastreio e reconhecimento do dispositivo de compra, como IP e localização. 

Essas práticas ajudam a aumentar a segurança em pagamentos digitais e podem ser apoiadas com soluções antifraude específicas, sabia? 

Um exemplo é o protocolo 3DS 2.0, usado no e-commerce para autenticar transações e reduzir o risco de chargeback por fraude. 

Esse tipo de tecnologia adiciona uma camada extra de verificação, sem comprometer a experiência do cliente e, em alguns casos, pode transferir a responsabilidade da fraude para o banco emissor do cartão, trazendo mais segurança para o negócio. 

Agora que você já conhece os principais tipos de fraude e sabe como se prevenir de forma sistemática, é hora de transformar tudo isso em um passo a passo prático. 

Leia também: Meios de pagamento: descubra quais são os ideais para o seu negócio 

Como prevenir fraudes em pagamentos digitais: passo a passo 

A prevenção à fraude em pagamentos digitais precisa ser organizada como um processo contínuo, que combina tecnologia, pessoas e rotina operacional.  

Para facilitar a aplicação no dia a dia, veja um passo a passo prático: 

  • Revisar os processos de pagamento e de acesso, identificando falhas, permissões excessivas e pontos vulneráveis na operação. 
  • Ativar camadas extras de autenticação, principalmente em compras de maior valor, links de pagamento e acessos a sistemas financeiros. 
  • Monitorar transações e padrões de comportamento, observando horários atípicos, valores fora da média e mudanças repentinas de localização. 
  • Treinar equipes para identificar sinais de fraude, como pedidos suspeitos, abordagens incomuns e inconsistências cadastrais. 
  • Documentar processos e respostas rápidas, definindo o que fazer, quem acionar e como agir ao identificar uma transação suspeita. 

Seguir esse passo a passo ajuda a reduzir riscos, ganhar agilidade e fortalecer a prevenção à fraude de forma estruturada. 

Aprofundando no assunto, vamos apontar as ações necessárias para prevenir fraudes no ponto de venda físico e no e-commerce. 

Como prevenir fraudes em um ponto comercial? 

Se você tem um negócio físico, tomar alguns cuidados na hora da venda é essencial. 

  1. Faça o cadastro do cliente: peça dados básicos (nome, CPF, telefone e e-mail) e registre a venda. Assim, você garante um contato direto caso seja necessário confirmar informações ou resolver algum problema com o pagamento. Isso também ajuda a construir uma base de contatos qualificada para comunicar promoções e ações na sua loja. 
  1. Peça documentos em compras de valor alto: em caso de vendas de alto valor, peça um documento com foto. Dessa forma, você tem certeza de que as informações fornecidas pelo cliente conferem com os dados do cartão. 
  1. Verifique rapidamente o cartão de crédito: faça uma checagem simples: passe os dedos sobre os números para ver se há algum relevo e verifique se o cartão tem o selo metalizado da bandeira na parte de trás. 
  1. Emita a nota fiscal do pedido: inclua modelo, marca, cor, valor, data da compra. Aproveite para conferir a numeração do produto para ter certeza de todos os detalhes de entrada e saída de mercadorias do seu estabelecimento. 
  1. Cuidado com a maquininha: apenas o lojista deve manusear a maquininha de cartão. Não deixe que o cliente a leve para longe do balcão ou manipule o equipamento sozinho. 

Como combater fraudes no e-commerce? 

Se você busca entender como combater fraudes no e-commerce e já tem uma loja virtual, preste atenção a essas dicas: 

  1. Invista em um ambiente virtual seguro: verifique se o site da sua empresa exibe o ícone de um cadeado fechado (selo de certificação de segurança) na barra de endereços do navegador e utiliza o protocolo https. Esses sinais mostram que a conexão é protegida e que os dados transmitidos estão criptografados. 
  1. Fique atento às avaliações do seu negócio: garanta que a sua loja tenha boas recomendações em plataformas como Reclame Aqui, Google Perfil da Empresa (antigo Google Meu Negócio) e até redes sociais. Em casos de comentários negativos, faça um esforço para responder e resolver os problemas. Se preciso, tenha uma equipe dedicada a isso. 
  1. Invista em um sistema antifraude: há soluções robustas no mercado, como a API E-Commerce Cielo, que utiliza uma tecnologia de inteligência neural para identificar padrões suspeitos e reduzir riscos. Considerada uma das ferramentas mais completas do mercado, ela oferece informações estratégicas sobre comportamento de compra dentro e fora do ambiente digital, ajudando você a aprovar vendas com mais segurança. 
  1. Mantenha o cliente informado sobre o status da compra: envie atualizações por e-mail, SMS ou pelo WhatsApp a cada etapa do pedido. 

O que fazer quando uma fraude em pagamento digital acontece? 

Mesmo com uma boa estratégia de prevenção à fraude, incidentes podem acontecer. Nesses casos, agir rápido faz toda a diferença para reduzir prejuízos financeiros e operacionais 

O mais importante é ter um plano claro, com etapas bem definidas para conter o problema, registrar o ocorrido e iniciar a recuperação do valor sempre que possível.  

Quanto mais organizada for a resposta, menores são os impactos no fluxo de caixa, na operação e na experiência dos clientes. 

Como agir imediatamente após identificar uma fraude? 

Ao identificar uma fraude, o tempo de resposta é decisivo.  

O ideal é seguir um fluxo padrão para evitar erros e retrabalho: 

  1. Isolar a transação, suspendendo entregas, serviços ou qualquer repasse financeiro relacionado. 
  1. Registrar e documentar o ocorrido, reunindo dados da transação, comprovantes, comunicações e qualquer evidência relevante. 
  1. Acionar as áreas internas, informando equipes financeiras, operacionais e de atendimento para alinhar os próximos passos. 

Essa resposta rápida ajuda a conter danos, facilita análises posteriores e fortalece a prevenção à fraude no futuro. 

Como funciona a recuperação de pagamentos fraudulentos? 

A recuperação de pagamentos fraudulentos exige atenção aos prazos e organização das informações. O processo normalmente envolve: 

  1. Contestação da transação: após identificar a fraude, é necessário iniciar a contestação junto à adquirente ou à bandeira do cartão, seguindo as regras específicas de cada meio de pagamento. 
  1. Análise e envio de evidências: documentos como comprovantes de entrega, registros de autenticação, histórico da transação e comunicações com o cliente ajudam a comprovar a legitimidade da venda. 
  1. Acompanhamento de prazos e status: cada etapa tem datas e requisitos específicos, e perder um prazo pode comprometer a recuperação do dinheiro. 
  1. Avaliação do impacto financeiro: enquanto o processo ocorre, é importante monitorar os efeitos no fluxo de caixa. 
  1. Ajustes pós-recuperação: independentemente do resultado, o caso deve alimentar melhorias na prevenção à fraude para evitar recorrências futuras. 

Ter processos bem documentados aumenta as chances de sucesso e reduz impactos no caixa. 

Como evitar que a fraude se repita? 

Após um incidente, é fundamental transformar o problema em aprendizado. Algumas ações ajudam a reforçar a prevenção à fraude: 

  • Ajustes no processo, corrigindo falhas identificadas. 
  • Revisão das regras de segurança, como limites, autenticações e validações. 
  • Uso de dados e histórico de transações, para identificar padrões e antecipar novos riscos. 
  • Adoção de soluções tecnológicas, como automação de processos (reduz erros manuais e acelera respostas) e plataformas que centralizam informações financeiras, facilitando análises, relatórios e tomadas de decisão. 

Quando processos e tecnologia trabalham juntos, o negócio ganha mais segurança, previsibilidade e eficiência na gestão de pagamentos digitais. 

A Cielo acredita no desenvolvimento dos empreendedores de todos os tamanhos e setores, que movimentam o varejo diariamente.  

Por isso, investimos continuamente em segurança para proteger clientes e consumidores que usam as nossas soluções no dia a dia. 

Você sabia que a cada duas transações no Brasil, uma passa pelos nossos equipamentos? Com essa responsabilidade em mente, adotamos tecnologia de ponta para garantir vendas mais seguras, além de oferecer maquininhas que aceitam mais de 80 bandeiras no cartão!  

Ou seja, você tem todos os motivos para ter uma maquininha Cielo para chamar de sua. 

Descubra qual é a melhor opção para o seu negócio e peça já! 

Conclusão: um rápido resumo sobre prevenção à fraude 

  • Prevenção à fraude é o conjunto de processos, práticas e tecnologias usadas para identificar, bloquear e reduzir golpes em pagamentos digitais antes que gerem prejuízos. 
  • As fraudes mais comuns envolvem uso indevido de cartões, roubo de dados, engenharia social e chargeback, afetando tanto vendas online quanto presenciais. 
  • Pequenos e médios negócios são alvos frequentes porque operam com estruturas mais enxutas e menos camadas de controle. 
  • Fraude não é exceção, é um risco recorrente no dia a dia de quem vende. 
  • As principais medidas de prevenção incluem autenticação multifatorial, monitoramento em tempo real, tokenização e controles operacionais claros, além de práticas específicas para pontos comerciais e e-commerces. 
  • A prevenção à fraude precisa ser contínua, ajustada sempre que o padrão das transações muda. 
  • Reagir rápido reduz prejuízos, evita impactos maiores no fluxo de caixa e facilita a recuperação. 
  • Tecnologia e organização fazem diferença, transformando dados e processos em decisões mais seguras. 

FAQ – Dúvidas frequentes sobre prevenção à fraude 

O que é prevenção de fraudes? 

Prevenção à fraude é o conjunto de ações, processos e tecnologias usados para identificar e bloquear tentativas de golpes antes que causem prejuízos financeiros, operacionais ou de reputação ao negócio. 

Como podemos prevenir fraudes? 

Para empreendedores, a prevenção à fraude envolve revisar processos de pagamento, aplicar autenticação multifatorial, monitorar transações em tempo real, proteger dados sensíveis e treinar equipes para reconhecer comportamentos suspeitos. 

Como combater fraudes? 

Combater fraudes exige agir rapidamente ao identificar um problema, isolar transações suspeitas, registrar evidências, iniciar a contestação quando necessário e ajustar regras de segurança para evitar novas ocorrências. 

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